Resistência activa ao aborto ortográfico (18)Pedro Correia, 22.11.2012 Eça de Queiroz Revisitado, de Marie-Hélène Piwnik (edição Opera Omnia, 2012)
É extraordinário como, em Portugal, usar a ortografia em vigor, isto é, cumprir a Lei, é um acto de resistência. Mas é-o. E a tragédia reside nisso. Responder
É extraordinário como, em Portugal, se usa a lei para cometer um atentado à ortografia. A tragédia reside nisso. Responder
Percebo o que diz. Mas não se usa a Lei. É pior: usa-se aparência de lei. Não há qualquer lei que permita o uso da ortografia do «acordo». Responder
É extraordinário como, em Portugal, usar a ortografia em vigor, isto é, cumprir a Lei, é um acto de resistência.
Mas é-o. E a tragédia reside nisso.
É extraordinário como, em Portugal, se usa a lei para cometer um atentado à ortografia.
A tragédia reside nisso.
Percebo o que diz.
Mas não se usa a Lei. É pior: usa-se aparência de lei.
Não há qualquer lei que permita o uso da ortografia do «acordo».
Pois não.