15 comentários em “Resistência activa ao aborto ortográfico (14)”

    1. Salazar fez um acordo ortográfico. Acordos ortográficos, pelo que contêm de totalizante agradam a qualquer ditadura.
      Nova ortografia, ORDEM NOVA.
      Por algum motivo, nenhum país do 1º mundo com tradição democrática fez qualquer acordo ortográfico.
      Nogueira Pinto, embora admire a figura de Salazar, ao defender a ortografia do Português da Europa, da África está a colocar-se ao lado do escol intelectual português.
      Não esquecer que entre entre os primeiros signatários da petição contra o Acordo estavam figuras como o Prof. Magalhães Godinho ou o Prof. Eduardo Lourenço.
      É do lado do acordismo que se devem procurar os partidários de ditaduras obscurantistas.
      Aliás, este próprio acordo é um triste sintoma de atraso cultural – Portugal e Brasil são países com elevadas taxas de analfabetismo e que conheceram ditaduras longas.
      Num estado de direito moderno e numa democracia avançada um «acordo ortográfico» é uma monstruosidade.

      1. A Alemanha ainda há poucos anos alterou a ortografia do alemão (para poucas palavras, claro). Não sei se o fez mediante acordo com outros países de língua oficial alemã (Áustria, Suíça) ou não, mas alterou.

  1. Estou a ler esse livro e estou fascinado. Excelente! Por acaso também reparei na ausência do malfadado Acordo Ortográfico. Mas de facto não se esperava outra coisa.

      1. É um grande trabalho, sem dúvida. No campo dos jornais que se opõem ao Acordo Ortográfico, para além do Público, há O Diabo e o Correio da Manhã. Nas editoras há a Gradiva e a Relógio D’Água. Pelo menos que eu saiba.

        1. Vou continuando a realçar o mérito de autores e editoras, e de publicações periódicas, agradecendo os contributos nesse sentido que todos os leitores queiram dar-me. Obrigado desde já pelo seu.

    1. O Correio da Manhã adota a nova ortografia a partir do início do ano que vem. O Record, do mesmo grupo, usa-a desde 2009. Seria uma boa ideia se se informassem sobre o assunto e pensassem pelas vossas cabeças. Eu uso a nova ortografia conscientemente. É uma batalha perdida a luta contra a imparável nova ortografia. Arranjem outra causa.

  2. Caros Amigos,
    Gostei do que aqui li.
    Felicito-os por todo o empenho revelado na luta contra a aplicação deste nocivo AO.
    Alarguemos a resistência cultural a esta inconveniência.
    Abraço.
    António Viriato

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