Resistência activa ao aborto ortográfico (126)


Pedro Correia,

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 Publicidade no metropolitano de Lisboa, Julho de 2017

15 comentários em “Resistência activa ao aborto ortográfico (126)”

  1. Para mim o verdadeiro mal começou com os romanos. Impuseram o seu linguajar e acabaram com as nossas línguas originais. Que, na minha opinião, deveríamos recuperar e acabar com o latim. A resistência activa consiste em falar e escrever mal o português. Quem está a prestar um serviço são os do acordo, que tentam corromper o português-latim, e não os anti-acordo. Estes fazem o jogo dos romanos.

    1. Isso, vamos até ao “ibérico” que terá convivido com o basco. Como ninguém já – ao contrário do basco – consegue reconstituir essa língua que terá sido falada pelo sudoeste da Península, desçamos mesmo ao patamar dos grunhidos e gestos. Tudo para não falar – muito menos correctamente – derivados do latim. Uma trabalheira própria de pretenciosos ou lunáticos.

      Um passo genial e patriótico, absolutamente esencial, de que nem Fradique Mendes se lembraria!

      Felizmente há anónimos.

      Costa

  2. cães transmitem quisto hidático
    que se instala a nível do fígado, pulmões e cérebro (da cabeça)

    inalação do pó de merda nesta época

  3. Eu também estou tutalmente contra esse ABORTO! Penso cada terra tem o seu uso cada roca tem o seu fuso.

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