0 comentários em “Resistência activa ao aborto ortográfico (125)”

  1. É de saúdar que Jorge Corrula se oponha ao maldito acordo, mas a afirmação é estranha, escreve-se a profissão no IRS? Que eu saiba, não.

    1. Parabéns Susana, o seu cérebro está a resistir, muito bem, à lavagem cerebral, continue a questionar tudo o que ouvir. Se ele entrega o IRS em Portugal, não escreve a profissão, praticamente já nem se escreve nada, tecla-se e, se ele pagar impostos no estrangeiro, mesmo que tivesse de escrever a profissão, não teria nada a ver com o “orgulho de escrever segundo o acordo ortográfico” porque, neste caso, escreve actor porque se fosse mulher escreveria actress.
      A minha avó que tinha muito orgulho em saber escrever, nascida em 1910 e que faleceu em 2004 com 94 anos, costumava dizer que era mais fácil apanhar um mentiroso do que um coxo e, eu, aos 59 anos, nos tempos que correm, praticamente todos os dias, posso confirmar essa teoria

        1. Vale sempre a pena relembrar os nomes porque elas continuarão a viver na memória de quem as conheceu, a minha chamava-se Margarida e a sua?

  2. eu também tenho orgulho em escrever a minha profissão: arquitecta com C. Irrita-me quando dou o meu endereço de email e tenho de vincar o C para que não o eliminem. Odeio,
    vw

    1. Eu se fosse actor recusaria sempre ser despromovido a “ator” – aquele que ata e nunca desata.
      Conheço vários arquitectos. Continuam assim mesmo: arquitectos.
      Não conheço nenhuma arquiteta. Mas gostaria de conhecer.

  3. Se é uma questão de orgulho devia escrever em galaico-português que era a língua do nosso fundador D. Afonso Henriques.
    Isto de revisões ortográficas são traição à Pátria. Vá lá, admite-se a D. Dinis, mas depois disso foi sempre a descer.

    1. Nós sabemos, nós sabemos. A malta do bloco vive toda nas rendas baratas da Câmara no centro de Lisboa e deixam Loures para os ciganos.

      1. O Rio Trancão é em Loures?…belas pescarias por lá se devem fazer…já com o peixe temperado

        1. Nah, mas há um rio Loures que alimenta o Trancão. O Trancão vem de Mafra mas pelo lado nordeste mais do lado do Tejo. Por aquelas bandas o prato mais janota é o Leitão de Negrais. Talvez, não sei. Penso eu de que.

          1. A última vez que comi leitão, foi numa aldeia, em Trás os Montes, alimentado e traído à “mão. Coitado do bicho…e de mim que de tanto comer e beber tive de dormir no chão da sala, em cima, de um tapete. E ali pensava eu vir a morrer como um cão. De manhã ao descerem, a escadaria, encontrar-me-iam para ali afogado em vómito….humilhante, no mínimo, para quem sempre imaginou morrer em batalha, de bandeira vermelha na mão, levando a mão de Marianne.

          2. LOL

            Há vários universos paralelos (um deles é Trás-os-Montes, devia comprar lá uma casa para voltar às origens…); com certeza num deles fizeste/farás/farias mesmo isso. Num multiverso os tempos verbais são inúteis.

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