6 comentários em “Resistência activa ao aborto ortográfico (11)”
Eu acho que a resistência passiva à nova ortografia falhou, e a resistência ativa, aqui galhardamente protagonizada, também não está a ter efeitos satisfatórios. Sugiro pois que se lance a resistência armada. Formem-se brigadas de encapuçados que assaltem as livrarias e destruam os livros escritos na nova ortografia. Formem-se bandos de hackers que impeçam o acesso aos sites escritos nela.
Como eu admiro essa sua firmeza de princípios , sr . Pedro Correia. Todos os dias nos cai um bocado-do-mundo-como-o-conhecemos,mas você permanece firme como uma rocha a lutar contra o Acordo Ortográfico. Eu cá já me dou por contente só não me obrigarem a falar alemão, chinês…ou outra coisa que tal.
Eu acho que a resistência passiva à nova ortografia falhou, e a resistência ativa, aqui galhardamente protagonizada, também não está a ter efeitos satisfatórios.
Sugiro pois que se lance a resistência armada. Formem-se brigadas de encapuçados que assaltem as livrarias e destruam os livros escritos na nova ortografia. Formem-se bandos de hackers que impeçam o acesso aos sites escritos nela.
Não o sabia tão inclinado a ‘ações’ violentas, Luís Lavoura.
Como eu admiro essa sua firmeza de princípios , sr . Pedro Correia. Todos os dias nos cai um bocado-do-mundo-como-o-conhecemos,mas você permanece firme como uma rocha a lutar contra o Acordo Ortográfico.
Eu cá já me dou por contente só não me obrigarem a falar alemão, chinês…ou outra coisa que tal.
Danke schön.
“16 Fevereiro” é português límpido e cristalino, vê-se logo.
Nada a obje(c)tar.