“What kinds of representative democracy are thinkable. And what forms of party (…), if any, are appropriate to them?” – M. Saward, Making representations: Modes and strategies of political parties, European Review, 16, 2008, p. 284
“What kinds of representative democracy are thinkable. And what forms of party (…), if any, are appropriate to them?” – M. Saward, Making representations: Modes and strategies of political parties, European Review, 16, 2008, p. 284
Falta algo em russo ou ucraniano.
Boa pergunta, Sergio. O problema está em dar uma boa resposta…
Há quem a dê, Helena, mas eu gostava apenas que as pessoas pensassem nestes assuntos. Pensar não paga IVA.
Na Suíça , pelo detalhe do tema em votação -e pela imediata consequência do voto- entre outros factores, vive-se sem a interferência predominante das máquinas de interesses sectoriais , partidários. O que não as exclui. Há quem considere esta forma de democracia representativa demasiado directa e mesmo opressiva, fatigante, e, claro, retira poder aos partidos….
Em contraste a ubiquidade programática dos partidos portugueses com acesso ao poder, PS e PSD, -e a consequente inconsequência do voto- resulta num alheamento convicto do eleitorado. Metade do eleitorado há muito que percebeu que votar nesta democracia é tempo perdido. E decididamente menos fatigantes.