«Diante das gigantescas manifestações, que merecem o nosso respeito, é essencial que não cedamos à tentação da anulação do pensamento crítico. A rua, em democracia, deve ser respeitada e ouvida, mas estão profundamente equivocados aqueles que, por cegueira ou oportunismo, entendem que ela deve ser linearmente seguida. Talvez não seja muito popular afirmar isto nas presentes circunstâncias, mas há alturas em que é preciso saber correr o risco da incompreensão.»
Francisco Assis, no Público

o Pedro, no seu post anterior, de forma diferente, já tinha ensaiado esta mesma opinião. Creio que Assis tem em mente o que aconteceu durante o período socratiano, e ficou-lhe bem registado na memória. Se há alguém que está a ganhar com esta situação é a Alemanha, que espera o momento oportuno para se apresentar como salvadora. A luta deve também ser feita nas instituições supranacionais, e aí não vejo andamento nenhum. Assis desvia um pouco as atenções do essencial e substantivo.
já agora, deixo isto:
http://whynationsfail.com/blog/2012/9/20/i s-europe-saved.html
Augusto Santos Silva já disse o mesmo em programa da TVI24. Agora,Assis. O PS a pôr as barbas de molho, por si acaso…
Francisco Assis, Augusto Santos Silva e vários outros estão muito institucionais por razões de calendário: o verdadeiro objectivo do PS não é regressar agora ao poder com Seguro – é regressar depois com José Sócrates.