«Confesso que, de há uns dois anos a esta parte, estou pessimista. Muito pessimista. E que não excluo um cenário de desagregação súbita ou deslizante da Europa, com tudo o que isso significa para as democracias e — há que dizê-lo sem tibiezas — para a paz no continente.»
Paulo Rangel, no Público

Espero que seja um extracto da carta de demissão de deputado do Parlamento Europeu.
Demissão? Porquê demissão?
A desagregação é excelente para a Paz na Europa.
O que é diferente não deve estar colado. É essencial para a Liberdade que quantos mais países existirem em todo o mundo melhor.
Parece-me que o senhor Rangel está a dizer que os Europeus são uns canalhas. Se o está a dizer não se percebe porque é que quer canalhas unidos em dimensão continental e que assim há “paz”.
É como dizer que dentro de um casamento forçado não há violação.
Seu pessimismo está se confirmando!
“Risco de França, Espanha, Bélgica e Áustria em níveis recorde”. Econômico
Salve-se quem puder!
1.O Dr. Paulo Rangel é lúcido no juízo que faz.
2. As dívidas acumuladas de uma Europa que julga tudo poder ter e dar, a demografia europeia, os valores do gastar-sem-valor, e os outrora pobres países que decidiram não dar dinheiro, dão nisto.
3. Grave são hordas de jovens que pensam que tudo têm de ter de borla. Vão competir com quem já dormiu ao relento e com 1 euro por dia para se alimentar.
4. Grave é um património jurídico que julgavamos assente ruír como castelo de cartas.
5.Grave é a fragilidade da Defesa do Território em que a Europa se encontrará.