Lançam o pânico, assustam as pessoas, exageram o número de mortos, criam normas ridículas com sanções absurdas, mentem descaradamente sobre os efeitos das vacinas a médio e longo prazo, e no fim, como sempre, tiram uma conclusão errada. As pessoas não têm medo do vírus, as pessoas têm medo é dos idiotas que aproveitam o vírus para aprovar leis que só servem para limitar a liberdade.
Chamar “negacionista” a tudo quanto mexe é a nova moda do momento. Que branqueia, vulgariza e neutraliza o verdadeiro negacionismo. O criminoso. O que nega, por exemplo, ter existido o Holocausto.
No meu distrito o número das infecções quase não têm expressão, mas mesmo assim, sem mortos há vários dias e com a vacinação a avançar razoavelmente, os festejos de Verão continuam cancelados. Vai ser difícil tirar as pessoas de casa.
Só ontem foram vacinadas 125 mil pessoas em Portugal. A narrativa dominante terá forçosamente de ser alterada. E adaptada aos factos.
Um exemplo: comparar o panorama pandémico do Verão passado com o da semana passada, pondo em paralelo a contenção nos festejos do campeonato de futebol 2020 pelo FC Porto com a exuberância dos festejos deste campeonato ganho pelo Sporting (excluo deste filme o comportamento delinquente das claques), não faz o menor sentido. Deitando por terra os argumentos desenvolvidos por Miguel Sousa Tavares e vários outros comentadores.
Porquê? Porque há um ano nem vacina havia no mundo. Hoje, mais de quatro milhões de portugueses estão vacinados. Manter agora tudo como estava antes não faz o menor sentido. Ninguém consegue levar isso a sério.
Pois! Hoje os internamentos dispararam em Portugal, para um domingo é preocupante. Isto é o resultado de não ter medo, o vírus é oportunista aproveita logo a irresponsabilidade das pessoas.
O seu conceito de “disparar” é muito frouxo: 334 novos contágios num país de dez milhões de habitantes. Caramba, é preciso ter perdido por completo o sentido das proporções.
O medo é indispensável à sobrevivência. Viver com medo não é ceder ao medo
O vírus anda para aí à solta. Até ser vencido vai demorar. O medo também faz parte desta experiência e quem nega o medo e nega o vírus, é seguramente porque este lhe passou ao lado e não lhe levou um pedaço da alma. É triste ver tanta morte e tanta bazófia. O comentário anónimo acima também é meu. Bom Domingo.
Sim, Dulce, o medo é parte integrante do nosso instinto de sobrevivência. Tal como aquilo a que é costume chamar “preconceitos”. Basta reparar, a título de exemplo, nas mortes por afogamento. Que vitimam quase em exclusivo aqueles que sabem nadar. Os outros nem se atrevem a entrar no mar ou no rio. Salvos à partida pelo receio atávico, pelo preconceito anti-aquático.
O melhor remédio para o medo da água, Pedro, não é evitá-la, é aprender a nadar. Com o vírus passa-se a mesma coisa. Temos que aprender a conviver com ele, vacinados e protegidos.
Foi a título de exemplo, Dulce. Poderia ter dito que os acidentes de motorizadas só acontecem a quem se faz transportar nelas. O preconceito anti-motos, que muita gente tem, deriva do instinto de sobrevivência.
Falar em preconceito??? Gosto muito de motas sempre gostei desde pequeno, mas nunca tive nenhuma, sei bem o quanto são perigosas pois conheço demasiada gente que morreu de acidente inclusive dois amigos um com 18 anos e outro com 30 anos e outros conhecidos que ficaram paraplégicos um até era um conhecido instrutor de um ginásio de Alvalade em Lisboa.
Apontei esse exemplo – como podia apontar mil outros – associando o preconceito ao nosso instinto de preservação. Por mais que tentemos negar, todos temos preconceitos. À partida não é mau, desde que não nos deixemos dominar ou contaminar por eles.
Eu percebi os exemplos, Pedro. Apenas tentei apontar que há fobias que é preciso combater. Até para poder sobreviver.
Sim, claro. Isso é fundamental.
Para tomar um simples banho não é preciso saber nadar. Há gente que simplesmente não gosta de água os autodenominados mal cheirosos. Se a Maria Dulce conhece algum remédio não era má ideia divulga-lo! Tou farto de usar molas no nariz nos autocarros.
As ablutofobias são realmente desconcertantes. Também podem ser produto da educação num contexto social. Na Bélgica passava na TV um comercial que dizia ” Poupe o seu duche semanal! Use Rexona!” Haja Rexona!
Se fosse há uns anos em Portugal dir-se-ia Rexina. Devido a conotações eufónicas.
Lembro-me bem do Rexina. E do Lux.
Rexona? isso dá para os pés?
Maria Adelina
Torna mais suave o ressonar. Daí o nome.
Nada melhor do que água e sabão, Adelina, se bem que na onda de para grandes males, grandes remédios, há que diga que água com Listerine faz maravilhas.
A ideia de vencer um vírus é simplesmente absurda. Não pode ser esse o nosso objectivo. Depois desta absurda campanha de propaganda do medo (quando os números baixam começa-se a falar de números cumulativos) é preciso ensinar às pessoas como conviver com (mais) este vírus.
Quem é que disse que o vírus tinha sido vencido?
Muitas pessoas não acreditam que o tenhamos vencido.
Lançam o pânico, assustam as pessoas, exageram o número de mortos, criam normas ridículas com sanções absurdas, mentem descaradamente sobre os efeitos das vacinas a médio e longo prazo, e no fim, como sempre, tiram uma conclusão errada.
As pessoas não têm medo do vírus, as pessoas têm medo é dos idiotas que aproveitam o vírus para aprovar leis que só servem para limitar a liberdade.
Ave Carlos morituri te salutant.
Primum vivere, deinde philosophari.
Idem est
Vencido o Vírus ?
Quando ele circula cheio de força na India, no Brasil etc…
Os negacionistas deviam ter juízo!
Rui Sergio
Chamar “negacionista” a tudo quanto mexe é a nova moda do momento.
Que branqueia, vulgariza e neutraliza o verdadeiro negacionismo. O criminoso. O que nega, por exemplo, ter existido o Holocausto.
No meu distrito o número das infecções quase não têm expressão, mas mesmo assim, sem mortos há vários dias e com a vacinação a avançar razoavelmente, os festejos de Verão continuam cancelados.
Vai ser difícil tirar as pessoas de casa.
Só ontem foram vacinadas 125 mil pessoas em Portugal.
A narrativa dominante terá forçosamente de ser alterada. E adaptada aos factos.
Um exemplo: comparar o panorama pandémico do Verão passado com o da semana passada, pondo em paralelo a contenção nos festejos do campeonato de futebol 2020 pelo FC Porto com a exuberância dos festejos deste campeonato ganho pelo Sporting (excluo deste filme o comportamento delinquente das claques), não faz o menor sentido. Deitando por terra os argumentos desenvolvidos por Miguel Sousa Tavares e vários outros comentadores.
Porquê?
Porque há um ano nem vacina havia no mundo.
Hoje, mais de quatro milhões de portugueses estão vacinados.
Manter agora tudo como estava antes não faz o menor sentido. Ninguém consegue levar isso a sério.
4 milhões em 10 milhões parece pouco, tendo em conta que os tais 70% de imunidade caiu por terra ou seja não há certezas.
Parece mas não é, desde logo porque o universo dos abrangidos nunca será 10 milhões.
Vacinar 125 mil pessoas num só dia, como ontem aconteceu, é obra.
Pois!
Hoje os internamentos dispararam em Portugal, para um domingo é preocupante. Isto é o resultado de não ter medo, o vírus é oportunista aproveita logo a irresponsabilidade das pessoas.
O seu conceito de “disparar” é muito frouxo: 334 novos contágios num país de dez milhões de habitantes.
Caramba, é preciso ter perdido por completo o sentido das proporções.
O medo é indispensável à sobrevivência.
Viver com medo não é ceder ao medo
Viver com medo é ceder ao medo.
Superar o medo é definição de coragem.
Apenas os estúpidos e inconscientes não têm medo do que seja
O vírus anda para aí à solta. Até ser vencido vai demorar. O medo também faz parte desta experiência e quem nega o medo e nega o vírus, é seguramente porque este lhe passou ao lado e não lhe levou um pedaço da alma. É triste ver tanta morte e tanta bazófia.
O comentário anónimo acima também é meu. Bom Domingo.
Sim, Dulce, o medo é parte integrante do nosso instinto de sobrevivência. Tal como aquilo a que é costume chamar “preconceitos”.
Basta reparar, a título de exemplo, nas mortes por afogamento. Que vitimam quase em exclusivo aqueles que sabem nadar. Os outros nem se atrevem a entrar no mar ou no rio. Salvos à partida pelo receio atávico, pelo preconceito anti-aquático.
O melhor remédio para o medo da água, Pedro, não é evitá-la, é aprender a nadar. Com o vírus passa-se a mesma coisa. Temos que aprender a conviver com ele, vacinados e protegidos.
Foi a título de exemplo, Dulce. Poderia ter dito que os acidentes de motorizadas só acontecem a quem se faz transportar nelas. O preconceito anti-motos, que muita gente tem, deriva do instinto de sobrevivência.
Falar em preconceito???
Gosto muito de motas sempre gostei desde pequeno, mas nunca tive nenhuma, sei bem o quanto são perigosas pois conheço demasiada gente que morreu de acidente inclusive dois amigos um com 18 anos e outro com 30 anos e outros conhecidos que ficaram paraplégicos um até era um conhecido instrutor de um ginásio de Alvalade em Lisboa.
Apontei esse exemplo – como podia apontar mil outros – associando o preconceito ao nosso instinto de preservação. Por mais que tentemos negar, todos temos preconceitos. À partida não é mau, desde que não nos deixemos dominar ou contaminar por eles.
Eu percebi os exemplos, Pedro. Apenas tentei apontar que há fobias que é preciso combater. Até para poder sobreviver.
Sim, claro. Isso é fundamental.
Para tomar um simples banho não é preciso saber nadar. Há gente que simplesmente não gosta de água os autodenominados mal cheirosos.
Se a Maria Dulce conhece algum remédio não era má ideia divulga-lo!
Tou farto de usar molas no nariz nos autocarros.
As ablutofobias são realmente desconcertantes. Também podem ser produto da educação num contexto social. Na Bélgica passava na TV um comercial que dizia ” Poupe o seu duche semanal! Use Rexona!”
Haja Rexona!
Se fosse há uns anos em Portugal dir-se-ia Rexina. Devido a conotações eufónicas.
Lembro-me bem do Rexina. E do Lux.
Rexona?
isso dá para os pés?
Maria Adelina
Torna mais suave o ressonar. Daí o nome.
Nada melhor do que água e sabão, Adelina, se bem que na onda de para grandes males, grandes remédios, há que diga que água com Listerine faz maravilhas.
Um homem sem medo não é um homem
Um homem sem medo não necessita de cão. Como diz o velho provérbio português que acabo de inventar.
A ideia de vencer um vírus é simplesmente absurda. Não pode ser esse o nosso objectivo. Depois desta absurda campanha de propaganda do medo (quando os números baixam começa-se a falar de números cumulativos) é preciso ensinar às pessoas como conviver com (mais) este vírus.
” é preciso ensinar às pessoas como conviver com (mais) este vírus.”
Olha a professora da demagogia,verdadeira heroína na arte da fuga, ao primeiro sinal e dá de pinote.
Rui Sousa