quando é que as Forças Armadas Cristãs de Portugal ( herdeiras das que expulsaram o Judeu do Porto das suas fileiras por atentado contra a cristandade portuguesa ) assumem o controle da segurança interna e externa de Portugal ! deixar para os civis maçons e companhia é insane, ainda por cima nos tempos que correm…
Eu gostava era de saber o que fez este governo e os anteriores para que nobres valores (como honra, dever, honestidade) sejam aprendidos e apreendidos pelas gerações mais novas e também mais velhas…………
O escriba em causa precisa de óculos novos para VER a realidade do dia-a-dia.
principalmente quando os governantes ao mais alto nível promovem, eles próprios, o abaixamento do tal sentido da honra e do dever. vamos supor que uma autarquia à beira da ruína promove a abertura de bares de alterne, porque isso dinamiza a economia da região. como a coisa resulta, a autarquia decide alargar e incentivar a promoção desse tipo de actividade e anuncia ao povo o sucesso da iniciativa, que ultrapassou todas as suas expectativas. ora isso não parece ser uma atitude muito alinhada com o sentido do dever e da honra de um eleito para governar uma autarquia ou um país, os quais declara, pela sua honra, defender com lealdade. mas tem sido esta a atitude do ministro paulo portas, que exalta e exulta com uma medida que deveria ser excepcional porque usada numa situação de emergência e não porque deu resultados acima dos esperados e, por isso, então há que mantê-la indepentemente do nível ético da coisa. sobre isto, na minha opinião, é que o rui ramos deveria ponderar.
“Não há alma sem corpo, que tantos corpos faça sem almas, como este purgatório a que chamais honra: onde muitas vezes os homens cuidam que a ganham, aí a perdem.” Bem vistas as coisas, é assim mesmo, Luis Vaz…
Não há porque não há regras e a justiça não funciona. A partir do momento, em que houvesse punição a sério, quando se quebrassem as regras, tudo seria diferente. Como todos os prevaricadores, sabem que as regras não existem e se existem, a justiça não age, esta, é que é a nossa realidade. A pouca vergonha, existe porque quem faz as leis, são os senhores deputados que em simultâneo estão em escritórios de advogados a fazerem as leis para poderem escapar a todas as vigarices. Podemos resolver as coisas, é preciso é querermos porque se assim não for, tudo isto deixa de ter razão e passamos à anarquia.
a reflexão do rui ramos é a de quem tem que escrever sobre o tema porque tem, e por isso nada diz que não tenha sido dito nestas alturas e noutras e noutras e noutras, ou seja, serve para tudo e sempre.
Destas choses quem percebe é o dr. Soares, que fez judiciosamente desaparecer das livrarias um certo livrito que apenas tive a oportunidade de ler em diagonal, e por empréstimo.
Sim, sei que agora está na net, em vários sites, mas em .pdf, o que não dá jeito nenhum.
Há uma organização de origem Siciliana que tem as duas coisas. Faz mesmo um grande escarcéu com a corrupção (no caso deles a traição) e isso aumenta o “sentido individual do dever e da honra”. Parece que os dois se reforçam um ao outro. Essa história de que não é preciso policia porque vão continuar sempre a haver bandidos, tem água no bico. Não compro. Escarcéu para cima deles!
IMHO, uma grande pecha do nosso tempo é que se caíu bem fundo no “chacun s’amanhe”, em bom francês técnico.
É bem verdade e pelo que vejo no dia-a-dia a doença que cita tem tendência a alastrar especialmente quando o exemplo vêm de cima.
quando é que as Forças Armadas Cristãs de Portugal ( herdeiras das que expulsaram o Judeu do Porto das suas fileiras por atentado contra a cristandade portuguesa ) assumem o controle da segurança interna e externa de Portugal ! deixar para os civis maçons e companhia é insane, ainda por cima nos tempos que correm…
Sim tudo menos que existam consequências reais seja para o que for…
Mais uma constatação de evidências !
Eu gostava era de saber o que fez este governo e os anteriores para que nobres valores (como honra, dever, honestidade) sejam aprendidos e apreendidos pelas gerações mais novas e também mais velhas…………
O escriba em causa precisa de óculos novos para VER a realidade do dia-a-dia.
principalmente quando os governantes ao mais alto nível promovem, eles próprios, o abaixamento do tal sentido da honra e do dever.
vamos supor que uma autarquia à beira da ruína promove a abertura de bares de alterne, porque isso dinamiza a economia da região. como a coisa resulta, a autarquia decide alargar e incentivar a promoção desse tipo de actividade e anuncia ao povo o sucesso da iniciativa, que ultrapassou todas as suas expectativas.
ora isso não parece ser uma atitude muito alinhada com o sentido do dever e da honra de um eleito para governar uma autarquia ou um país, os quais declara, pela sua honra, defender com lealdade.
mas tem sido esta a atitude do ministro paulo portas, que exalta e exulta com uma medida que deveria ser excepcional porque usada numa situação de emergência e não porque deu resultados acima dos esperados e, por isso, então há que mantê-la indepentemente do nível ético da coisa.
sobre isto, na minha opinião, é que o rui ramos deveria ponderar.
“Não há alma sem corpo, que tantos corpos faça sem almas, como este purgatório a que chamais honra: onde muitas vezes os homens cuidam que a ganham, aí a perdem.”
Bem vistas as coisas, é assim mesmo, Luis Vaz…
Isto pode ser tudo verdade. Mas lá que dava jeito termos neste País uma Justiça digna desse nome, lá isso dava.
Não há porque não há regras e a justiça não funciona. A partir do momento, em que houvesse punição a sério, quando se quebrassem as regras, tudo seria diferente. Como todos os prevaricadores, sabem que as regras não existem e se existem, a justiça não age, esta, é que é a nossa realidade. A pouca vergonha, existe porque quem faz as leis, são os senhores deputados que em simultâneo estão em escritórios de advogados a fazerem as leis para poderem escapar a todas as vigarices. Podemos resolver as coisas, é preciso é querermos porque se assim não for, tudo isto deixa de ter razão e passamos à anarquia.
aqui está dito o que tem que ser dito, na minha opinião.
http://www.publico.pt/politica/noticia/o-b aixo-preco-da-nossa-dignidade-1676532
a reflexão do rui ramos é a de quem tem que escrever sobre o tema porque tem, e por isso nada diz que não tenha sido dito nestas alturas e noutras e noutras e noutras, ou seja, serve para tudo e sempre.
Destas choses quem percebe é o dr. Soares, que fez judiciosamente desaparecer das livrarias um certo livrito que apenas tive a oportunidade de ler em diagonal, e por empréstimo.
Sim, sei que agora está na net, em vários sites, mas em .pdf, o que não dá jeito nenhum.
Há uma organização de origem Siciliana que tem as duas coisas. Faz mesmo um grande escarcéu com a corrupção (no caso deles a traição) e isso aumenta o “sentido individual do dever e da honra”. Parece que os dois se reforçam um ao outro. Essa história de que não é preciso policia porque vão continuar sempre a haver bandidos, tem água no bico. Não compro. Escarcéu para cima deles!