Reflexão do diaPedro Correia, 05.03.2014 «Não é por acaso que mesmo depois da aprovação formal do Acordo Ortográfico em Portugal e fora de Portugal passamos a vida a falar do Acordo Ortográfico. Entre as múltiplas razões para essa discussão permanente sobressai, quanto a mim, uma que é lapidar. Na forma e no conteúdo, o Acordo foi aprovado à pressa, não fazendo parte do seu conteúdo vários aspectos “técnicos” que o tempo veio a provar que eram (são) pontos fracos graves. Mesmo para alguns dos seus principais defensores, como o professor Carlos Reis (que realizou um excelente estudo sobre a importância económica da língua portuguesa), que já fez saber da necessidade de se proceder a várias alterações.» Feliciano Barreiras Duarte (deputado do PSD), no i
O AO não é para alterar mas sim para acabar.
Ora bem.
Reflexões boas são em estrangêro.
A provêta! A provêta!