Reflexão do dia


Pedro Correia,

«Eu ouvia ontem o ministro das Finanças. Aquilo parecia-me o administrador financeiro de uma grande empresa falida a ler um relatório burocrático e administrativo, sem soluções e sobretudo sem uma mensagem de esperança. Um director-geral não fazia diferente. Mas um ministro tem que ser muito mais do que um director-geral.»

Marques Mendes, esta noite, na estreia do seu comentário semanal, no Jornal da Noite da SIC

5 comentários em “Reflexão do dia”

  1. MMendes é outro Liedson… Jogava na TVI com o pensamento na SIC… ! Vende de comentários pelo melhor preço!

  2. Pessoal (agora) indignado com os actuais índices económicos… todavia, no entanto, não se indignaram com o facto de SER MUITO PERIGOSO o governo de Sócrates (e outros governos) andarem a pedir ‘mil milhões’ às carradas. {pois é, também se tem de pensar em pagar}
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    Anda por aí muita conversa que visa o perpetuar/eternizar da parolização do contribuinte: queda de governos semestre sim, semestre sim,… leia-se, ‘mudar as moscas’… ficando o sistema inalterável (vira o disco e toca o mesmo): um sistema aonde os lobbys manobram sempre a seu belo prazer… e… aonde, ao passarem a ex- , os governantes terão belos ‘tachos’ à sua espera.
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    Manifestações em todo o país (eventualmente uma greve geral)
    -> São necessárias manifestações em todo o país (eventualmente uma greve geral)… tendo em vista alterações à Constituição… que permitam uma Mudança de Paradigma Democrático:
    – RETIRAR PODERES AOS POLÍTICOS… e… um sistema menos permeável a lobbys .
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    -> As manifestações em causa… não terão nada a haver com as manifestações à CGTP… por motivos óbvios:
    – as manifestações à CGTP visam o perpetuar/eternizar da parolização do contribuinte…
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    Anexo:
    Não é muito difícil de perceber que é um imperativo… RETIRAR PODERES AOS POLÍTICOS (e um sistema menos permeável a lobbys ):
    1- Auto-estradas ‘olha lá vem um’, nacionalização de negócios “madoffianos” (ex: BPN), etc… anda por aí muito pessoal a querer mandar naquilo que não é seu – o dinheiro dos contribuintes – consequentemente, como é óbvio, o Contribuinte tem de defender-se: “O Direito ao Veto de quem paga” [blog ‘fim-da-cidadania-infantil’].
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    2- Político armado em ‘milagreiro económico’, é político que quer carta branca para pedir empréstimos…
    -> Contrair dívida (para isto, ou para aquilo) pode conduzir a uma ESPIRAL RECESSIVA: o aumento de impostos para pagar a Dívida Pública… provoca uma diminuição do consumo… o que provoca um abrandamento do crescimento económico… o que, por sua vez, conduz a uma diminuição da receita fiscal!
    Por outras palavras: pedir dinheiro emprestado é um assunto demasiado sério para ser deixado aos políticos!!!
    -> Será necessário uma campanha para motivar os contribuintes a participar… leia-se, votar em políticos, sim, mas… não lhes passar um ‘cheque em branco’!… Leia-se, para além do “O Direito ao Veto de quem paga”, é urgente uma nova alínea na Constituição: o Estado só poderá pedir dinheiro emprestado nos mercados… mediante uma autorização expressa do contribuinte – obtida através da realização de um REFERENDO.
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    3- A participação do Banco Público, CGD, nas negociações de Cartelização da Banca…. vem reforçar aquilo que já se sabia: existe por aí muito político cujo ‘trabalhinho’ é abrir oportunidades para a superclasse (alta finança – capital global):
    – caos nas finanças públicas;
    – privatização de bens estratégicos: combustíveis… electricidade… água…
    Resumindo: os políticos não podem continuar a ter o poder de nomear directamente os gestores das empresas estratégicas (ex: água, e outras a definir)… leia-se, deve existir um CONCURSO PÚBLICO de gestores… e… embora seja o governo a escolher a equipa gestora vencedora do concurso público… todavia, deve existir a obrigatoriedade de partilhar informação… no sentido de que o contribuinte possa acompanhar o andamento do concurso público.

  3. Num governo de directores-gerais, e maus, esse talvez seja o único que ainda lá chegou por ter um percurso profissional. E algum mérito que o recomendava para o lugar.

    Já outros só podem exibir o cartão. Incluindo alguns comentadores.

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