Reencontro com amigos no Chiado


Pedro Correia,

IMG-20180427-WA0003.jpg

IMG-20180427-WA0000.jpgimage[2].jpg

 

Confesso: ontem foi um dia para mim muito preenchido, com uma entrevista na Renascença a meio da tarde, em agradável diálogo com a Ana Galvão, uma das estrelas do nosso firmamento radiofónico. Depois com o lançamento do meu livro, na histórica Livraria Bertrand do Chiado, apresentado pelo Francisco José Viegas e pela Helena Matos (a quem agradeço as generosas palavras que me dedicaram). Finalmente, à noite, com a exibição no canal Q de uma entrevista no programa É a Vida, Alvim, à conversa com o Fernando Alvim, outro grande nome da nossa comunicação radiofónica – e televisiva.

O melhor foi mesmo o convívio ao vivo com bons amigos de várias etapas da minha vida pessoal e profissional que se deram ao incómodo de acorrer à Bertrand na sessão de apresentação de 2017 – As Frases do Ano, obra em que revivo todo o ano passado em mais de mil frases. Um ano que devemos rememorar por excelentes e péssimos motivos, como fiz questão de sublinhar na minha breve intervenção de ontem.

A quantos compareceram, e também aos muitos que me enviaram mensagens, aqui deixo um forte abraço de reconhecimento. Esperando que aqueles que já compraram o livro tenham dado por bem empregue tanto o tempo como o dinheiro. Pelo menos de frases – creio eu – ficaram bem servidos.

18 comentários em “Reencontro com amigos no Chiado”

  1. Ainda não comprei – estou a ver se a digressão passa perto.

    Mas daqui a uns tempos sou capaz de perder a paciência para o Tó e compro-o na sua ausência.

  2. Caro Pedro Correia, não vem a propósito, mas permita-me o desabafo!
    No pasquim, de hoje. A jornalista São José Almeida vem em apoteose, e enquanto transpira encómios a São Costa, revelar o advento!
    É imperdível esta sua coluna. O tom da prosa é doutro mundo. Note-se a revelação, com Hosanas e tudo e mais, “…Com as medidas a que chama “Nova Geração de Políticas de Habitação”, o Governo propõe-se finalmente cumprir estes dois aspectos essenciais..”, em júbilo, “Cumprindo a Constituição, António Costa avança com medidas que vão regular o mercado da habitação e limitar a lei da selva da concorrência de mercado.”
    Um tipo acorda em 2018, lê a escriba Almeida, e é levado a pensar que Portugal é uma invenção recente. Terá aí uns 5 anos de história, se tanto. Ficámos a saber que a Política de habitação em Portugal, até ao ano da graça de 2018, se reduziu à boda aos pobres na habitação social “… soluções ao nível da satisfação da habitação social para as pessoas com mais baixos ou sem rendimentos” (saberá a São José Almeida que o regime de crédito bonificado à habitação, dirigido à classe média, enquanto durou, importou um esforço da fazenda pública muito superior ao investimento em habitação social. Conhecerá a São José os sucessivos RAU desde os idos de 60 do século passado).Isto é realmente demais. Se há coisa que não tem faltado em Portugal, nos últimos 100 anos, são políticas que “vão regular o mercado da habitação e limitar a lei da selva da concorrência de mercado”. Isto não é só proclamação de ignorância de uma criatura ahistórica. É, sobretudo, a soberba e o deslumbramento. Vergastam a verdade, a história e a realidade até caber no molde ideológico e com o seu propósito político!! Tomam os portugueses por tontos!!
    Que idade tem a jornalista São José Almeida? Que país conhece a São José Almeida?
    Um bem haja a todos;

    1. Só lhe falta o laço como o outro.
      ” Vergastam a verdade, a história e a realidade até caber no molde ideológico e com o seu propósito político!! Tomam os portugueses por tontos!! ”
      É exactamente como afirma.

      Mais uma vez os meus Parabéns ao Pedro Correia desta vez pelo lançamento do ” 2017 – As Frases do Ano”. Bem haja.

  3. Parabéns, Pedro. O livro está muito bom e será certamente uma excelente ferramenta de trabalho para jornalistas e comentadores entre outros. Tudo o que se possa fazer pela memória pública é muito necessário, sobretudo nos tempos que correm.

    1. Ainda bem que lá estiveste, Teresa. Tu, o João Villalobos e o Luís Naves.
      É bom ver colegas de blogue perto de nós nestes momentos importantes.
      A sessão de apresentação de um livro é sempre um desses momentos.
      Beijinho.

  4. “Escrever é uma maneira de falar sem ser interrompido.”
    Ecreva sempre, escreva muito, escreva bem, como até agora tem escrito.
    Felicidades para todas as suas frases, as de 2017 e todas a que se lhe seguirão.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *