Recordar é viver


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Os jornais também servem para avivar a memória. Principalmente de uns quantos que a usam com filtro selectivo,  por onde apenas  passa a informação que o neurónio partidário  regista.

Noutro local onde a canalha anónima e heterónima, que à falta de argumentos recorre à difamação  e à calúnia, não entra  (não sou  tão magnânimo  como alguns companheiros do DO  e corto o pio  a quem  não se sabe comportar  e recorre sistematicamente à calúnia)  já aludira a dois dos casos que aqui são recordados. Esta crónica lembra mais uns quantos, sendo  a sua leitura especialmente  aconselhada a todos aqueles que reduzem a democracia e a liberdade de expressão a uma questiúncula futebolística.  Não creio que o seu comportamento mude, mas sempre lhes fará bem a leitura para perceberem como são ridículos.

Já agora, também podem ler o Vasco Pulido Valente

Adenda:  O maior erro de quem pretende manter o anonimato é utilizar, na escrita, frases que são a sua imagem de marca na oralidade. Outro,  é deixar vestígios que permitam seguir-lhe o rasto, até ser identificado.  

5 comentários em “Recordar é viver”

  1. Faz muitíssimo bem Carlos. Há um certo tipo de gente que só medra no meio da esterqueira do seu próprio vómito. Por uma questão de higiene , no nosso espaço devemos ser selectivos.

    1. Obrigado pelas suas palavras, Ariel. Foi com esse critério que consegui que o CR ganhasse credibilidade, tenha uma média superior a 300 visitas diárias, bastantes comentários e só seja frequentado por gente civilizada.
      Infelizmente, há quem não pense assim e considere que o insulto e a calúnia fazem parte do inalienável direito à liberdade de expressão.

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