A fragata Corte Real continua ao largo da Somália, em operações anti-pirataria coordenadas pela NATO, embora não possa deter piratas por o crime de pirataria não estar previsto na lei portuguesa. Desta feita, porém, encontrou uma situação que pôde controlar: dizem as notícias difundidas entre nós que «socorreu um cargueiro indiano assaltado por piratas» e tal e coisa.
Os tripulantes do navio estiveram sequestrados dez dias pelos piratas, que já se tinham apropriado da carga e do combustível há muito. A Corte Real deu com o cargueiro sem tripulação nem carga, abandonado e à deriva. E os nossos realmente socorreram-no, que o coitado estava perdido e meio traumatizado. Devem ter-lhe dado um anti-depressivo e indicado o caminho para casa.

Eh, eh, eh. É nisso que somos bons, afinal… umas palmadinhas nas costas e o consolo de umas palavrinhas, nem que seja a um cargueiro. 🙂
Bem… é uma carga que temos aos ombros!
Só falta convocar uns psicoterapeutas para o cargueiro não ficar «traumatizado» e uns sociólogos para explicarem não sei o quê (ainda não comprei um dicionário de sociologuês-português)
Espanta-me o Telejornal da RTP ainda não ter convocado um piloto de cargueiros, como costuma fazer a pilotos da TAP, por ocasião de aviões perdidos no mundo.
Então, há cargueiros sensíveis. Se calhar até com vontade de serem papás e tudo e tudo!
:)))))))))))))
Por fora era um cargueiro como os outros. Só se for… Portas adentro!
Portas adentro?
[(BLUSH)
Blush adentro?
:-)))