É muito estranho – e sobretudo muito injusto – ver por aí a notícia da morte de Ravi Shankar referenciando-o como “o pai de Norah Jones”. Como se ele não tivesse sido um grande músico, mundialmente reconhecido muito antes dela nascer. E como se não existisse Anouska Shankar, a outra filha igualmente ligada à música e muito mais próxima do ambiente musical do pai. A memória das pessoas é curta, ou então é a ignorância que é comprida.
Ravi Shankar
Ana Vidal,


E, ou eu estou errado, ou cítara não se escreve sítara nem o sitar é uma cítara/sítara.
E onde viu isso escrito?
Sítara no site do DN, cítara na TSF ou nas Euronews (!).
Não inventou, não. Eu é que não tinha lido a notícia do DN, por isso não percebi o seu comentário. 🙂
Vá lá, que no Público já se lê o seguinte:
“Notícia corrigida às 10h13: retirada a referência à cítara e substituída pela sitar”
Apoiado. Confesso só hoje ter sabido que era pai da Norah. Seja como for é muito mais do que isso!
Já era muito mais, muito antes.
Ficámos também a saber que este grande músico tocava sítara. É ver aqui: ior.aspx?content_id=2941912&seccao=M%FAsica&page=-1
http://www.dn.pt/inicio/artes/inter
Oh, séus!
(Não tinha visto essa notícia, Ana. O DN deve ser cliente da agência Lis…)
Já foi alterado para sitar. 🙂 Estas traduções…
Uma estupidez e uma injustiça, sobretudo se tivermos em conta que a própria Norah Jones nunca recorreu à figura paterna para se projectar. Quando o seu primeiro disco ‘estourou’ no mercado discográfico e nas rádios, quem sabia que aquela jovem talentosa era filha de Ravishankar?
É verdade, Carlos. Norah Jones nunca usou o pai como muleta e até fez questão em distanciar-se dele, dizendo que não tinha sido uma influência musical para ela.