Ravi Shankar


Ana Vidal,


É muito estranho – e sobretudo muito injusto – ver por aí a notícia da morte de Ravi Shankar referenciando-o como “o pai de Norah Jones”. Como se ele não tivesse sido um grande músico, mundialmente reconhecido muito antes dela nascer. E como se não existisse Anouska Shankar, a outra filha igualmente ligada à música e muito mais próxima do ambiente musical do pai. A memória das pessoas é curta, ou então é a ignorância que é comprida.

12 comentários em “Ravi Shankar”

          1. Vá lá, que no Público já se lê o seguinte:

            “Notícia corrigida às 10h13: retirada a referência à cítara e substituída pela sitar”

  1. Uma estupidez e uma injustiça, sobretudo se tivermos em conta que a própria Norah Jones nunca recorreu à figura paterna para se projectar. Quando o seu primeiro disco ‘estourou’ no mercado discográfico e nas rádios, quem sabia que aquela jovem talentosa era filha de Ravishankar?

    1. É verdade, Carlos. Norah Jones nunca usou o pai como muleta e até fez questão em distanciar-se dele, dizendo que não tinha sido uma influência musical para ela.

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