B… de Birkin. Deu-me algum trabalho provar a minha tese, por isso vos peço a paciência de ir lá atrás ver as adendas ao meu post Rasgos (14). Prometo que demora muito menos de 20 minutos, desta vez.
Rasgos (14 B)
Ana Vidal,
B… de Birkin. Deu-me algum trabalho provar a minha tese, por isso vos peço a paciência de ir lá atrás ver as adendas ao meu post Rasgos (14). Prometo que demora muito menos de 20 minutos, desta vez.
Depois de ver o seu post ” também recuperei a história e as músicas. Aliás, o “je t’aime …” foi o primeiro vinil que ouvi, depois de o roubarmos à irmã dele. Não me posso esquecer da música, do momento, isto é, do tempo em que não paravam de me nascer borbulhas por todo o lado.
Rui Monteiro
Caro Rui, duvido de que alguém que ouviu o “Je t’aime…” nessa época se possa esquecer da canção e não tenha ficado marcado por ela. Mas eu tive mais sorte… a sorte de não ter tido borbulhas nessa idade.
Excelente recordação, Ana. JB sabia miar como muito poucas.
Lá isso é verdade.
Tens razão.
Chopin miado por uma anoréxica…
🙂
Miado e desafinado!…
O Gainsbourg não se importava nada com isso, Nicolina…
😉
Ana, só agora pude ver o vídeo e é extraordinário! E a mensagem final… meu Deus! Nunca dizer o que não possam ser as últimas palavras que digo a alguém? É lá possível? Mas, talvez, se for sempre delicada… Se, como reza o ditado, o importante não é viver, mas saber viver, também, se calhar, o importante não é dizer, mas saber dizer. 😉
E muitas vezes saber não dizer, Luísa. Ainda tenho muito que aprender nesse capítulo, por isso espero durar mais uns tempinhos…
Essa frase final também me impressionou. Que responsabilidade acarreta a consciência, não é?
🙂
Finalmente fui ver. Estive a trabalhar até muito tarde mas já tinha guardada esta “audição” para descontrair e fazer os preparatórios do sono.
Fantástico. Zander, Jane B, tudo 🙂
🙂