Os tempos que correm exigem líderes políticos de barba rija. Depois de sofrer Zapatero, a Espanha precisava de um. Tudo indica que não teve sorte. Rajoy tem barba, é certo. Mas falta-lhe o resto. E sobra-lhe também tudo o que não devia ter numa situação destas: impreparação, falta de convicção, dependêcia de clientelas políticas, ausência de sentido de realidade e péssima comunicação. Há pouco mais de uma semana, forçado pela opinião pública espanhola a dar a cara, e antes de se dirigir à Polónia para assisitir a ao jogo da selecção, declarou que o resgate (lamento D. Mariano, mas é o que é) era muy bueno para Espanha. Olé, torero! Hoje, refere que o resgate ((lamento D. Mariano, mas é o que é) é tremendamente dañino por ser contabilizado para efeitos do défice das contas públicas. Por isso, D. Mariano está neste momento a tentar renegociar um resgate (lamento D. Mariano… pois) que, na sua versão, nunca aconteceu. Entretanto, os juros da dívida espanhola teimam em ultrapassar a barreira dos 7% que, aprendemos com o saudoso Teixeira dos Santos, marca o limiar da insustentabilidade. É bom que Rajoy ponha as barbas de molho. Até porque já todos percebemos que elas estão a arder.


Os défices acabaram, e ainda não aprenderam.
O crescimento fácil acabou, e ainda não aprenderam.
Vão bater com a cabeça várias vezes até aprenderem.
Ou então teremos muitas Argentinas.
E caçarolas.
Fran Llorente continúa como Jefe Servicios Informativos TVE……..
Ora pois. Investigação ao Bankia… pois.
zapatero assobiado e apupado em ávila de los caballeros….
apupos a selecçao espanhola em pontevedra…..