2004
O PSD no governo acorda o TGV com o governo espanhol e manifesta que quer avançar com o projecto.
O PS na oposição manifesta-se pela boca de Sócrates contra qualquer controlo directo ou indirecto do Estado sobre os media para lá do serviço público.
2009
O PSD na oposição diz que não há condições para avançar com o TGV e desvaloriza o acordo luso-espanhol.
O PS no governo diz que nada sabe nem tem de saber sobre o negócio PT-Media Capital e desvaloriza os interesses do Estado junto da PT.
Conclusão
Quites? Não me cheira.
Mais um dia ou dois e veremos quem fica mal.

Estou curiosa para ver isso, João.
Também veremos quem não fica mal.
Ao tempo que não via a palavra quites…
Andam todos a precisar que lhes passem uma capina. Essa é que é essa.
:))
É que quites, basicamente, não está em cima da mesa.
Não está, não. Talvez envolva riscos sistémicos…
Basicamente, essa é que é a questão central.
E gosta da palavra quites?
Quites? Nada a opor.
Ainda bem. Assim o João Carvalho não corre nenhum risco sistémico nem precisa de mudar de paradigma.
[A palavra esposa estará de férias? Não tem aparecido. ]
Pelo contrário (ou “ao contrário”, como diz Sócrates), Maria do Sol: ‘esposa’ aparece todos os dias e nem é preciso estarmos atentos. Um dia destes reaparece aqui.
João:
É isso mesmo. Quando estão na oposição dizem algo que mais tarde, no governo como que por artes mágicas desaparece, ou seja, é tudo uma questão de ilusionismo.
Credibilidade precisa-se mas quanto a isso não devem ainda ter descoberto a fórmula.
Deve ser uma pandemia governamental, Carlos.