Na expressão “violência de género” a palavra feminina é violência, o que me causa alguma perplexidade.
Questiono-me se mais alguém sentirá o mesmo.
Na expressão “violência de género” a palavra feminina é violência, o que me causa alguma perplexidade.
Questiono-me se mais alguém sentirá o mesmo.
Concordo, deveria ser violêncio uma vez quer é actividade exercida quase só por homens.
Se se mudou todos para todes, também se pode mudar neste caso. E deve ser génera pois é em geral a mulher quem a sofre. Acho que devemos passar a dizer violêncio de génera.
Pela minha parte vou começar já amanhã a falar assim. Vamos todes mudar a língua. Torná-la mais inclusiva.
Também há que mudar língua para línguo.
Boa tarde Pedro Correia
Boa questão, sobre a qual “todes” devem ponderar.
António Cabral
A língua portuguesa é muito traiçoeira, caro António Cabral.
E politicamente incorrecta.
Se a questão é boa, não devia ser questão. Devia ser questã.
Tem mesmo a certeza que a palavra é feminina e não de outro género qualquer?
Podemos perguntar ao “czar dos períodos” da região de Tay na Escócia? ews/scottish-news/women-scotland-outrage d-countrys-first-27748378
https://www.scottishdailyexpress.co.uk/n
A Politica no Ocidente do século XXI está a revelar ter inesperadas maneiras de “sacar” ainda mais dinheiro dos impostos…
Os escoceses, com aquela indumentária, não iludem ninguém.
Não é nada perplexo e até é perfeitamente natural.
Violência é feminino.
Porrada é feminino.
Cozinha é feminino.
Loiça é feminino.
Por isso é que é uma violência e quase andamos à porrada quando a mulher me manda para a cozinha lavar a loiça e me priva do meu merecido “descanso”, que é masculino.
‘Cozinha’ é substantivo feminino por força da divisão de géneros – e da divisão de tarefas num apartamento.
‘Quarto’, para compensar, é masculino.
Por esta é que apareceu ‘ eu cá para mim cozinho’.
És tu, Quim?
Quim ou Quinsito?
O incomparável Quim Barreiros. Com ele não há confusões de género.
sei lá , a mesma perplexidade que se sente quando se repara que a palavra amor é masculina?
Os portugueses dizem “amo-te”, os espanhóis dizem “te quiero”.
O que ajuda a explica muito a diferença entre os povos da Península.
Te quiero ? Provavelmente entrou o AO nas traduções.
Amo-te em português
Te amo em espanhol
Quérote em galego
T’estimo em catalão
«O te quiero», de uso muito mais corrente, revela bem o sentido de posse inerente à mentalidade de quem habita em terras espanholas.
Sem correspondente na fala habitual entre portugueses.
Na fala habitual entre portugueses, já aparece o ‘ti amo’ das teletretas.
Cópia dos italianos. Que – esses sim – estão sempre a usar expressões românticas.
Antes copiar dos italianos do que dos “amaricanos”.
o que ajuda imenso a explicar é reparar no que as pessoas têm nas mesas dos cafés ao domingo , à saída da missa. , por exemplo , no Porto e em Vigo …
.na espanha : vermut , cañas , ribeiro e tal , um ou outro café.
em Portugal : café , café , água , e um ou outro martini .
também se diz te amo., sobretudo por causa do love you a toda a hora nas americanices
Agora marchava um Ribeiro. Com um polvo à galega, por exemplo.
Embora um Alvarinho também mereça ser considerado.
Devia ser “violênci@ de géner@”. Ou então, como outros maluquinhos pretendem, “violêncie de génere”, tornando assim todo o português uma espécie de algarvio exagerado.
Também pode ser “violência degenera”. Não soa mal.
Se for praticada pela Ellen DeGeneres ainda soa melhor.
Grandes questões da humanidade
Penso que este blog deverá mudar o nome para delita da opiniã para agradar a(o)s génera(o)s toda(o)s 
Pedro Cunha
Humanidade é substantivo feminino.
Como fé, esperança e caridade.
Nada disto é inocente. Aliás inocência, idem aspas. E virtude.
Harém é vocábulo masculino. Também não por acaso, segundo creio.
Re-béu-béu, re-béu-béu, re-béu-béu … au-au, au-au. au-au.. ih-ó, ih-ó, ih-ó… ai, ui,, viulênssia de génio, mas, afinal, de que género de viulênssia estemos a faladrar?
Esse verbo conjugado na primeira pessoa do plural não faz o menor sentido.
Faladre por si.