Quem se mete com o PS leva


Paulo Sousa,

Parece que já foi há tanto tempo mas muitos de nós lembram-se bem do nosso défice oficial de 7,5%, que afinal era superior a 13%.
Esse tempo mostrou bem a regra que faz título a este post. Quem se mete com o PS leva, e isso incluí a matemática.

Vendo bem, essa ciência, ou lá o que é, apenas se baseia em abstrações. Qual ciência exacta, qual carapuça? Não pense essa matematicazinha, mesmo dizendo que representa a realidade, que vai assustar o governo do PS!!
Ainda ontem conseguiram esfregar o nosso glorioso superavit de 0,2% (!!!) na tromba da reacção!! Vai buscar!! Como diriam no tempo do Eça, ter um superavit é chic!.

Não venham agora com números do vírus diferentes dos números oficiais só para querer meter nojo às pessoas de bom gosto. Como é que se atrevem?

Oh, sô polícia! Desapareça!

11 comentários em “Quem se mete com o PS leva”

  1. Eis o acéfalo de serviço, empertigado com a sua ignorância, incapaz de ultrapassar a ideologia, se é que sabe o que é…

    1. Caríssimo anónimo!!
      Quando for daqui diga a toda a gente que esta gente daqui, que dá a cara e o nome e que gosta do debate da ideias, aprova os seus comentários!
      A aprova os seus comentários porque gosta do debate de ideias.
      Permita-me interpretar, aqueles com que se identifica, e que no fundo copia, preferem desvalorizar o mensageiro. Digo-lhe que a vossa técnica é antiga, e floresceu nos tempos dos antigos, em que os donos da moral eram os donos das opiniões.
      Arrisco-me por isso a responder-lhe na linguagem que usa, e quem sabe, entenda:
      – Oh, sô polícia! Desapareça!

  2. É impressionante como a preguiça em ler, a incapacidade em executar as operações aritméticas mais elementares (neste caso trata-se de somar) e a militância politiqueira, combinadas com a diarreia opinativa, se combinam para produzir pérolas de desinformação como esta que vem assinada por Paulo Sousa. Felizmente está incluída a ligação para a notícia do Observador onde os menos precipitados (grupo em que o autor da diatribe manifestamente não se inclui) poderão ficar devidamente informados sobre o que se passa.

    E o que se passa é o seguinte: os números globais divulgados pela DGS estão correctos (tendo em atenção que correspondem àqueles que “testaram positivo”, os quais, com grande probabilidade, serão bem menos do que o total de infectados). O que acontece é que a distribuição dos infectados pelos concelhos do país está errada. O artigo explica porquê – é uma falha, sim, mas ao que parece resulta de limitações dos serviços e não de uma qualquer malévola conspiração.

    Porque é que eu, “ingenuamente”, acredito nisto? Porque voto PS e sou admirador de António Costa? Para falar francamente, não tenho nem nunca tive qualquer militância ou paixão política; os meus ídolos e os meus interesses são muito outros. Mas, enfim, é a tal coisa: ainda sei fazer contas de somar. (Tenho até uma certa obrigação profissional a esse respeito.) E então somei, no boletim ontem divulgado pela DGS, os números de infectados por concelho: deu-me 1407, menos de metade do total nacional de 2995 divulgado pela mesma DGS. É portanto óbvio que não está a ser feita uma distribuição correcta por concelhos. Haverá aselhice, mas não uma tentativa canhestra de tranquilizar as populações com números falsamente baixos. Até porque quase todos nós estamos mais atentos aos números globais.

    1. Como diz, a distribuição dos infectados esta errada, é uma falha, há aselhisse. Acha que do meu lado há uma incapacidade de executar operações aritméticas e, pelo contrário, do seu existe até a obrigação profissional em lidar com números. (sai uma vénia)
      Os dados são os mesmos para si e para mim. A diferença é um de nós é crédulo e o outro é céptico. Não me vou consumir a lembra-lo do rigor como o partido do governo lida com a realidade, com a aritmética e com o escrutínio.
      Muitas vezes os crédulos, grupo do qual os cônjuges enganados são o melhor exemplo, conseguem mesmo acreditar na realidade que preferem, e alguns por anos a fio. Merecem a minha consideração por isso. Mas nestas coisas partidárias há outros que defendem, não a realidade desejada, mas a mão que lhe dá de comer, e esses, para mim, ficam uns pontos abaixo dos anteriores, dos cornudos.
      Não fui eu que insinuei que esta falta de rigor pretendia tranquilizar as populações, mas fico a dever-lhe essa a nota. Agradecido.
      Ficarei feliz, se no final deste pesadelo, esta minha desconfiança for infundada. É habitual eu estar errado. Aguardarei aqui o seu comentário nesse dia, ao qual lhe apresentarei a minha contrição.
      Se viermos a confirmar que vai ser mais sucesso tipo Pedrogão, então não necessita de dizer nada nem eu de celebrar pois não haverá qualquer motivo para isso.

      1. Você acha mesmo que está a dialogar com um porta-voz do PS e um admirador incondicional desta governação? Francamente, não tenho paciência para uma discussão maniqueísta desse calibre. Fique bem, que eu regresso ao silêncio de onde não deveria ter saído.

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