Não, não parece, é mesmo uma anedota (mais uma) para juntar ao já extenso anedotário político nacional. Olha se a moda pega!… Os tribunais vão começar a ficar (ainda mais) entupidos com as decisões políticas do governo que não sejam do agrado de toda a gente. Posto isto, eleições para quê?, pergunta-se.
Subscrevo 150% a sua afimação. Nem precisava de o dizer anonimamente 😉 Em Portugal continua a ver-se tudo a preto e branco, de modo que, uma vez condenada uma personagem por isto ou aquilo (nem que seja apenas “por princípio”), nunca mais se enxerga com clareza a realidade.
‘Que raro’! diriam os espanhóis…
Há muito a aprender com o Rui Rio como gestor público e político, sim senhor. A coisa que mais gosto nele é NÃO SER prestidigitador. Quanto ao que não gosto tanto, às vezes (afrontar tão a direito o 4.º poder) já não constitui novidade alguma em Portugal. Só que o RRio fá-lo sem anestésicos.
Aliás, quanto a esse tipo de defeitos de personalidade, estamos já muitíssimo bem servidos pelo poder central actual
Sem sombra de dúvida. Parece uma anedota…
Eu já previra, num post que aqui escrevi há umas semanas, que era possível estas coisas começarem a acontecer…
Não, não parece, é mesmo uma anedota (mais uma) para juntar ao já extenso anedotário político nacional. Olha se a moda pega!… Os tribunais vão começar a ficar (ainda mais) entupidos com as decisões políticas do governo que não sejam do agrado de toda a gente.
Posto isto, eleições para quê?, pergunta-se.
Para termos a ilusão de que vivemos em democracia…
Calma! Nada está perdido: resta fazer um julgamento para julgar o julgamento.
Ora, tomara a capital ter tido ou poder vir a ter um presidente de câmara como Rui Rio.
Anónimo das 09:40:
Subscrevo 150% a sua afimação.
Nem precisava de o dizer anonimamente 😉
Em Portugal continua a ver-se tudo a preto e branco, de modo que, uma vez condenada uma personagem por isto ou aquilo (nem que seja apenas “por princípio”), nunca mais se enxerga com clareza a realidade.
‘Que raro’! diriam os espanhóis…
Há muito a aprender com o Rui Rio como gestor público e político, sim senhor.
A coisa que mais gosto nele é NÃO SER prestidigitador.
Quanto ao que não gosto tanto, às vezes (afrontar tão a direito o 4.º poder) já não constitui novidade alguma em Portugal. Só que o RRio fá-lo sem anestésicos.
Aliás, quanto a esse tipo de defeitos de personalidade, estamos já muitíssimo bem servidos pelo poder central actual
Acho que o Carlos, no futuro, estará ainda mais vezes…
Nunca digo desta água não beberei…
O Rui Rio tem toda a razão e chama os bois pelo nome! Eu já tinha estado de acordo com ele uma outra vez (no caso da IVG)!
: ))
Confesso que não me lembro qual foi a posição dele em relação à IVG.
No primeiro referendo (em que perdeu o sim à descriminalização) fez campanha pelo sim.
:))