Que é feito deles?


jmmcc,

Depois do obscuro processo de contratação dos 400 mil Magalhães da JP Sá Couto, sabe-se agora que o governo, através do Ministério da Educação, acaba de abrir um concurso público internacional para novos 250 mil computadores portáteis destinados ao polémico programa "e-escolinhas". Ou seja: o governo teve de alterar o atabalhoado e suspeitoso procedimento anterior para o efeito. 

Parece que não ficaria mal que certos defensores do indefensável reaparecessem a explicar como é que uma contratação directa tão «transparente» teve de mudar de figura a favor da transparência nas contratações. De Mário Lino àquele seu inenarrável secretário de Estado que falava dele próprio na terceira pessoa (o amigo-não-muito-amigo de Joana Amaral Dias), que é feito deles? Gostava de revê-los em novas explicações públicas.

12 comentários em “Que é feito deles?”

  1. O Contrato com a Sá Couto terminou em 2009. Porque raio é que se lhe haveria de adjudicar os computadores de 2010?

    1. Ainda digo mais: o contrato com a JP Sá Couto terminou em 2009; por que raio é que se lhe haveria de adjudicar os computadores de 2010?

      Não se adjudicou. Terminou a adjudicação directa que era tão «transparente» e lançou-se agora um concurso internacional como deve (e já devia antes) ser.

      Qual foi, afinal, a parte do ‘post’ que não entendeu à primeira? E o anonimato deve-se a quê? Também se sente comprometido com o caso?

      1. A JP Sá Couto apresentou a ideia do Magalhães ao governo. Obviamente que a adjudicação teria que ser forçosamente a esta empresa. O governo incorreria num crime se lançasse um concurso público. Roubar ideias é crime.

  2. “Que é feito deles”, ou qual é o ‘defeito deles’? Julgo que andam todos a circum-navegar… Se assim for, esse é que será o grande ‘feito deles’. Salve-se alguma coisa, ao menos, porque fartos dos “defeitos deles” estamos nós!

  3. Pois! A J.P.Sá Couto, no momento da adjudicação tinha um processo de execução fiscal e estava tècnicamente falida. Agora já pode concorrer, que na altura não podia.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *