O SNS 24 diz que os sintomas da Covid-19 são a febre, a tosse e a dificuldade respiratória, dor de garganta, corrimento nasal, dores de cabeça e/ou musculares e cansaço, a perda parcial ou total do olfacto e a diminuição ou perda do paladar.
Esta lista, que não implica que quem está infectado apresente todos os sintomas, é acrescentada volta e meia com outros. Mas nem a literatura médica nem a opinião publicada se têm referido às perturbações mentais que o vírus induz em pessoas que detenham poder público no âmbito do “combate” à doença.
Sabe-se que os jornalistas arranjaram uma desculpa óptima para produzirem sem trabalho “informação”, pelo caminho lisonjeando a sua fantasia de que estão desempenhando um útil papel numa causa de interesse público – basta ecoarem-se uns ao outros no copy/paste de opiniões alarmistas, diligentemente traduzidas pelo google translator quando calha a desgraça comunicada ser lá de fora; que plutocratas e reformadores sociais sortidos julgam que o reforço do papel do Estado é uma oportunidade que não pode ser desperdiçada para engenheirar uma sociedade nova, e o homem novo, dos seus delírios totalitários; que, aqui e em quase toda a parte, os políticos fazem tudo e o seu contrário para convencer a opinião pública de que estão a fazer o melhor possível. E como o melhor possível não chega porque o raio da doença segue inelutavelmente o seu caminho, vão multiplicando as regras de conduta obrigatórias, não tanto por estarem certos de que são as melhores, mas porque precisam, para sobreviver, de convencer as pessoas que a culpa do que corre mal é das que têm comportamentos que as autoridades proíbem.
Tudo isto é vulgar e sabido. Que as galinhas sem cabeça que nos governam não hesitam em terraplanar o Estado de Direito quando julgam que isso pode atrasar a propagação da doença, também; que o supremo magistrado da Nação as únicas instituições cujo regular funcionamento quer assegurar são a sua preciosa saúde e a sua popularidade, idem; e que a maior parte da opinião pública, aterrorizada, compra qualquer discurso autoritário, sobretudo quando são censurados discursos alternativos, aspas.
Mas deveria haver limites, não tanto ao disparate porque esse, com governos socialistas, é de essência, mas nas cabriolas histriónicas dos responsáveis políticos. E também na desprezível subserviência de uma comunicação social que há muito deixou o seu papel de quarto poder para se transformar, quase sem excepções, em agência de propaganda de causas, a primeira das quais é a sua miserável pitança.
É isso que explica que esta notícia tenha passa despercebida:
Forças Armadas em acções de sensibilização em todos os lares do país, diz o título e, lendo, ficamos a saber que elas vão aos lares para “ações presenciais de sensibilização e demonstração sobre boas práticas relacionadas com cuidados gerais, pessoais e na instituição a adotar, utilização de equipamentos de proteção individual, limpezas e desinfeções e circuitos a implementar, com o objetivo de contribuírem para a segurança de auxiliares, utentes e funcionários.” Ou seja, as Forças Armadas são especialistas nestas matérias, quem está nos lares não. E ficamos a saber que nunca houve falta de dinheiro, nem pessoal, nem inspecções, nem conservação das instalações, nem investimento. Do que havia falta era de formação dada por furriéis. Mais valia transformar desde já os quartéis em lares da terceira idade e acabar com o ministério.
E não seria talvez má ideia: Este ministro poderia ser da maior utilidade como técnico de limpezas, a condição de perfeito idiota não o inibe para o desempenho satisfatório dessas funções.

Não, quem está nos lares em regra não sabe o que faz nesta matéria. E as Forças Armadas têm especialidade nesta matéria
Mas o governo também não sabe. Se soubesse não arranjava a merda de uma lei para uso de máscaras na rua.
“O SNS 24 diz que os sintomas da Covid-19 são a febre, a tosse e a dificuldade respiratória, dor de garganta, corrimento nasal, dores de cabeça e/ou musculares e cansaço, a perda parcial ou total do olfato e a diminuição ou perda do paladar.”
Constatação de facto: na maior parte dos síndromes gripais de fui vítima e de que tenho memória, a sintomatologia era essa. Acrescida também de perda de acuidade auditiva, em boa parte dos casos, e de perda de apetite.
“E não seria talvez má ideia: Este ministro poderia ser da maior utilidade como técnico de limpezas, a condição de perfeito idiota não o inibe para o desempenho satisfatório dessas funções.”
Relativamente a esta última afirmação, fico com algumas dúvidas no que se refere ao “desempenho satisfatório dessas funções”.
Eu cá, sigo os cientistas. Do instituto pasteur. A fé é que nos salva. Hei fezada em charutitos short robustos e cigarrilhas. Se há que ter vícios, que sejam gordos. Viva a erva santa.