Quando o diabo assobia


modosdever,

Às vezes são os acontecimentos que vêm ter connosco. É raro. Foi assim esta manhã quando fui espreitar o dia, na Praia do Magoito. Na linha dos olhos, o vento tinha arrancado o telhado da esplanada em frente e espetado madeiras, plásticos e telhas em três postes, deixando a casa perto dos intestinos. Isto depois de o diabo ter passado a madrugada a assobiar. O resultado está à vista. Se a arte dispensasse a intenção, diria que é arte. Aproveitem, pois nenhum media chegou a tempo. 

 

 

3 comentários em “Quando o diabo assobia”

  1. desperta-me um sentimento de estranheza que tanta gente ache normal de tempos a tempos reconstruir tudo o que se construiu mal, demasiado exposto ao mar, fantasias de saloios emcima das arribas, estufas que o herario publico vai comparticipar sem que se escute vozes avisadas de quem sabendo da poda, têm avisado que é deitar dinheiro a rua – só como exemplo a muralha de cascais /Estoril parece uma montra num qualquer lago ou rio do centro da europa. claro que vamos ter que pagar e repagar a obra varias vezes na decada -nãopercebo se aprovado porque se aumenta o pib se por desleixo e compadrio saloio. Uma coisa me parece certo metenojo e tristeza este modode gestão dos dinheiros publicos.

  2. O Sr. Cristof não sabe onde é Magoito, nem onde fica a esplanada do “Eduardo”. Se ele fosse saloio, como eu, saberia e não escreveria sobre aquilo que não sabe. A ignorância dos “senhoritos” é sempre muito atrevida.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *