«Nós… de alguma maneira… iniciamos hoje um dia que é o dia que começa o resto da nossa vida (…)»
(Vítor Ramalho, socialista e presidente do Inatel, sobre “o dia que começa”, ontem à noite)
«Nós… de alguma maneira… iniciamos hoje um dia que é o dia que começa o resto da nossa vida (…)»
(Vítor Ramalho, socialista e presidente do Inatel, sobre “o dia que começa”, ontem à noite)
Grande novidade. Sim senhor. Sem aquela afirmação, ninguém ficava a saber que Hoje é o primeiro dia do resto da nossa vida. Fiquei deveras arrepiado com a afirmação. Arrepiado não, com…a carapaça em pé.
Deve ser do dia que começa à noite para o resto dos dias…
Esteve a ouvir Sérgio Godinho mas havia muito ruído e não apanhou bem a letra…
É pena não ter apanhado, porque estava a pedi-las. Se quem se mete com o PS leva, o inverso também tem cabimento.
Mas falta o resto da frase :”(…) por muitos anos”
Parei antes para não desviar as atenções, mas foi isso mesmo e fez muito bem em sublinhá-lo aqui.
Caro João,
O meu patrono ensinou-me, logo no início do estágio de advocacia, uma lição que nunca mais esqueci.
Quando não temos nada para dizer, mas nos sentimos obrigados a dizer algo, há uma fórmula que nunca falha – dizer “pois”.
Um bom “pois”, bem colocado, não significa rigorosamente porra nenhuma.
Mas tem a virtualidade de deixar o interlocutor satisfeito.
E é muito, mas mesmo muito!!, difícil que alguma vez ofenda alguém.
Como é óbvio, ouvi-o dizer “pois” dezenas de vezes ao longo dos anos que trabalhámos juntos.
Mesmo dirigindo-se a mim!
Talvez não fosse má ideia transmitir estes ensinamentos a esta malta.
Permita-me um reparo, Pedro: quando refere virtualidade presumo que é por tudo isto parecer realmente virtual, irreal; porque se quisesse falar em virtude… Eheh…
Quanto ao Vítor Ramalho… pois…
Nem mais!!
Podia ter dito isto cantando a canção do Sérgio Godinho. Ficava-lhe melhor, mesmo desafinando.
Bem pode cantar que não engana.