… enquanto esperam por uma declaração do Presidente da República sobre a ignorância crassa de um primeiro-ministro, que antes foi deputado e administrador de empresas, relativamente às suas obrigações enquanto cidadão, a forma vergonhosa como pretendeu fugir às sua responsabilidades, imputando a culpa a terceiros, e, já agora, sobre a má moeda e mais um ultrajante golpe na precária saúde das instituições da democracia portuguesa.
Puxem uma cadeira…
Sérgio de Almeida Correia,

Uma declaração do Exmo. Primeiro-Ministro que o antecedeu também era muito bem-vinda.
Ele já falou. Era qualquer coisa como… “Atrás de mim virá quem bom de mim fará”.
… epá, o PPC é assim tão referencial para as “instituições da democracia portuguesa”?
Ainda vai ele também parar a Évora, a discutar ingressos de botas, e a ser visitado por toda a “galera” de referências democráticas da nação, inclusive gentis anciãos que avisam os Juízes!
Quando uma cadeira pode provocar uma revolução, é motivo para se fazer de Santa Comba um lugar de peregrinação.
Anda lá com a sorte da taluda. Não deixes acabar…
Passos Coelho também deveria ter um amigo tipo Carlos Santos Silva ….
Silêncios que valem tudo, de gente que nada vale.
Uma sociedade deve ser voluntária ou então é uma sociedade baseada na violência socialista como a nossa.
Os impostos devem ser pagos voluntariamente e não por violência da maioria.
Como corolário obviamente se alguém escolher não pagar para determinada coisa não deve receber nada dessa coisa em troca.
O voto em Democracia é a escolha de quem tem direito a usar a violência do Estado em favor daquilo que defende.
Vamos a um caso prático: Quem decide não pagar impostos fica excluído de usufruir do que é feito com esses impostos certo?
coisas básicas: comida e água: a sua gestão e controle é feito pelo Estado= impostos, logo quem não paga não tem direito. Passa a caçador? se sim tem que construir a sua arma na natureza.
Saúde: idem
Vestuário: idem
Comunicações: idem
Segurança:idem
Justiça: idem
o que está a defender é qq coisa próxima da anarquia.