Acaba de chegar às livrarias um dos motivos* que me têm afastado do Delito ultimamente. Agora já não me pertence e espera o vosso veredicto. O texto é meu, a capa é um belíssimo quadro do pintor Joaquim Baltazar, que traduz na perfeição o espírito do livro. Enfim, uma sugestão para o Natal.
(*o outro “motivo” será igualmente objecto de um post com o mesmo título, dentro de alguns dias).


Descarada mas merecida, Ana! 🙂
Parabéns e muito boa sorte.
Obrigada, Leonor. 🙂
Antes de mais: está em português ou em acordês?
SC, eu não escrevo em acordês!!
Para ter uma ideia da minha posição em relação a isso, acabei de publicar 2 livros (e fica desvendado o 2º motivo…), um deles no Brasil. E nem nesse livro – inteiramente feito lá, e até com o patrocínio do Ministério da Cultura do Brasil – eu permiti que o meu texto fosse revisto para acordês.
Respondi à sua questão?
Respondeu, sim, Senhora! Vou ver desses contos 🙂
🙂
Até pensei que estivesse zangada com o DO, mas observo que é por uma boa causa … venha ela. Para começo, e na minha simples opinião, a capa está muito bonita. Um livro é sempre uma boa escolha para presente de Natal.
Obrigada, anónimo. Claro que não estou zangada com o DO, era o que faltava.
Valente!
Parabéns e muito sucesso.
Valente ou inconsciente, ainda não percebi bem… 😉
Obrigada, Ivone.
Que bela capa, parabéns! Amarelos do sol e do trigo, azuis das várzeas e das barras nos muros dos montados, e… aquele vermelhinho discreto no cimo, à esquerda, é o quê? Um capote a espreitar? Espero bem 🙂 Good luck!
Laura, não é um capote, é uma capa… lol… ou melhor, uma contra-capa, que foi para onde fugiram todos os vermelhinhos comprometedores. O quadro é lindo, sim (fica inteiro no livro aberto). Quem me dera tê-lo. Obrigada!
Tenho a certeza de que o teu texto valoriza a reprodução da bela pintura de Joaquim Baltazar. Parabéns. Fico todo babado de cada vez que digo que sou teu amigo.
E eu fico ainda mais babada com essa tua declaração, querido João. Obrigada!
Os meus parabéns, duplos parabéns, pelo que por aqui li. E os meus votos de grande, enorme sucesso.
Para já, a capa é lindíssima, de cores bem quentes e muito apelativa.
É uma óptima sugestão para o Natal, se é!
Conte comigo.
Quando passar pelos Açores, deixo lá um exemplar para o autógrafo de circunstância….
Será assinado e dedicado com todo o meu carinho, Macarvalho. Obrigada pelo seu.
(e junto o meu protesto ao da Laura, já agora: é que este seu nome não dá jeito nenhum… 🙂
Já foi interessante algumas vezes, em uma ou outra troca de impressões mais colorida.
Mas, na dedicatória (e não só), fica muito melhor se colocar o meu nome, que é Alexandra. Já desvendei o mistério noutro comentário…
Ana, nestes dois últimos dias fui surpreendida, agradavelmente surpreendida por duas facetas suas que desconhecia por completo.
Os meus sinceros parabéns, o meu imenso carinho.
Ah, assim é muito melhor.
Alexandra, não sei quais as facetas que a surpreenderam, mas obrigada por essas palavras.
Um beijinho
Ana,
não a conheço pessoalmente, todavia o seu livro tem todo o aspecto de ser daqueles “tesouros” próprios para se ler no aconchego de uma crepitante lareira, trilhando uma castanha assada e beberricando uma jeropiga aveludada. Os livros também se saboreiam. Muita sorte é o que eu desejo.
Parece-me um excelente ambiente para ler este livro, caro José da Xã. Só espero não defraudar as suas expectativas, mas, nesse caso, sempre terá as castanhas e a jeropiga para consolá-lo… 🙂
Desejo-te o maior sucesso para este e para o outro que vem aí, Ana. Será inteiramente merecido.
É uma empreitada e peras, Teresa. E logo nesta época de vacas esqueléticas… Mas eu não sou de paralisia fácil. Obrigada! 🙂
Contos? Hum… Eu gosto muito de contos. Parabéns para o exterior. Quanto ao interior fico na expectativa. De qualquer forma desejos de sucesso para o livro e para a autora.
Obrigada, Ana. Em último caso sempre podes espalmar e emoldurar o livro, porque o quadro é muito bonito. Assim não se perde tudo. 😉
Ana,
quase de certeza que as minhas expectativas não ficarão defraudadas. O pior que pode acontecer será carregar na jeropiga. Mais uma vez boa sorte.
🙂 isto é que são boas notícias, Ana!
Thanks, Patrícia. Hope so…
Muitos parabéns, Ana. Aguardo o post!
Obrigada, Zé Maria.
Não prometo deixar-te de olhos em bico… 🙂
Ana estou muito tentada em comprar o seu mais recente ” filho ” (isto assim fica estranho), mas em tempos de crise, temos de acautelar criteriosamente as escolhas, pelo que se me permite a imensa ousadia, diga-me lá um bom motivo para comprar o mesmo ( 😉 .
Obrigada.
CR, quer pôr-me a vender o meu peixe, é isso?
Respondo-lhe com um trecho do prefácio (do Joaquim Ramos, também ele contista):
«Cada conto de Ana Vidal é um ritual. Um ritual ancestral, tão antigo como a Humanidade: o ritual do amor, dessa química orgânica e etérea que leva a Benvinda a Lisboa, escondida na barra da combinação de flanela, ou se cheira no queijo de Azeitão com que em À Margem do Tempo se barram as tardes de paixão exilada, ou se descobre na ferocidade de leoa parida com que a Generala protege a família.
Porque os seus contos, que eu sofregamente li de fio a pavio, sabem a café quente, têm o toque acetinado da madeira antiga, apropriam-se do tempo como as canetas de tinta permanente que lembram Cadillacs dos anos cinquenta.»
Se nada disto a convencer, o que é bem possível, atiro-lhe com o derradeiro argumento: a capa é muito bonita, fica bem em qualquer estante.
I rest my case. 😉
Vendido.
Desculpe não resisti. Muito poucas vezes podemos pedir directamente ao autor que nos fale do seu livro. E entendo que comercializar o próprio ” filho ” é uma tarefa árdua. Eu própria já senti isso. Acertou no que se refere a alguns interesses do Joaquim Ramos, sem menosprezo algum, claro. De facto o cheiro do queijo de azeitão ou os cadillacs dos anos cinquenta não tiveram qualquer efeito, mas o café quente, o tom acetinado da madeira antiga, as canetas de tinta permanente ou o ritual do amor, convenceram-me. Vou neste momento fazer o pedido pelo wook e prometo fazer-lhe depois a minha apreciação, mesmo que seja contrária a todas as outras acima.
E tem razão na capa, mas esse argumento só serve para nos ” estremecer ” na livraria, porque na estante ficam no encosto de outras, ás vezes, sombrias e tristes mas sempre escondendo histórias.
Desculpe a extensão do comentário, estiquei-me… sorry … 🙁
Gosto sempre de críticas honestas, CR. Venha ela, aqui ou em privado. E eu usei as palavras do prefácio de propósito: não por serem elogiosas (qualquer prefácio o é, por natureza), mas para não dar minha opinião sobre uma coisa escrita por mim própria. Além de embaraçoso, seria terrivelmente subjectivo, e acredite que não diria nada de bom… o que provavelmente havia de fazer com que não o comprasse, afinal. 😉
Essa capinha tem muito bom aspecto, Ana. Boa sorte nas vendas.
Pois tem, Luís. Se é verdade que “quem tem capa sempre escapa”, talvez eu tenha sorte.