Francisco Assis, líder dos deputados socialistas na Europa e uma das vozes mais lúcidas do PS, viu-se impedido de falar por alegadas falhas na gestão de tempo do congresso. Não merecia ser tratado assim.
PS em congresso (5)
Pedro Correia,
Francisco Assis, líder dos deputados socialistas na Europa e uma das vozes mais lúcidas do PS, viu-se impedido de falar por alegadas falhas na gestão de tempo do congresso. Não merecia ser tratado assim.
O Assis amuou, o que é uma coisa bem diferente. Não gostou do que ouviu e resolveu ir-se embora.
Quem vai aos congressos sabe perfeitamente que muitas vezes os discursos se alargam e quando não se consegue falar de manhã se passa para a tarde, e por vezes da tarde para a noite. Aconteceu a ele e normalmente acontece a muitos mais. A mim já me aconteceu não poder falar antes de almoço e ter de falar às 16h. Infelizmente é um problema recorrente que já tive oportunidade de criticar, mas a ordem de inscrição é normalmente respeitada.
Quem prefere galambas a um Francisco Assis… Certa personagens – tipo aquele voldemort – certamente não teriam semelhante tratamento. Os «unanimismos» socialistas são abjectos.
Sérgio, já acompanhei muitos congressos de todos os partidos. E sei que fala quem e quando a mesa do congresso decide. Neste caso, quem o presidente da mesa do congresso decide. Assis, que é o líder dos deputados europeus do PS, inscreveu-se de manhã e foi empurrado para depois do jantar, à hora em que pouca gente presta atenção aos discursos.
Não havia necessidade, como dizia o outro.
Pedro
Não tenho felizmente qualquer filiação partidária – devo ser o membro mais sofrível duma família que não sabe viver sem esses espartilhos … – mas sei distinguir um político culto e inteligente. Assis preenche ambas as características. O que, em certas ocasiões, é perigoso. Creio, acredito, que não falou porque no momento não convinha que falasse. E Galamba até explicou que ele devia ter ido almoçar com Pureza. Julgo que seria uma deselegante “espécie de humor” !
Assis é um dos socialistas que mais admiro, Helena. Sabe pensar, pensa pela própria cabeça e não reduz o discurso a uma sucessão de lugares comuns.
O Sérgio é um passa-culpas. Só isso.
Deixa-me adivinhar foi de Clio e chegou tarde?
Agora o Clio é que está a dar…