O caso do assessor do PR que, refugiando-se no anonimato, lançou a suspeita de o governo andar a escutar Cavaco, deixou de ser notícia mas o Provedor do Público não esqueceu o assunto e hoje, na sua coluna, começa a desvendar os contornos de uma notícia com 18 meses, mas que o jornal apenas divulgou em Agosto deste ano. Ficam muitas interrogações no ar, mas Joaquim Vieira promete voltar ao assunto na próxima semana.
Para já, tece duras críticas ao jornal e a um certo tipo de jornalismo e fica-se a saber que o jornal omitiu as informações do jornalista que contrariavam as informações do assessor anónimo. Parece que José Manuel Fernandes privilegia as informações de assessores anónimos à investigação feita pelos seus jornalistas, o que é esclarecedor.
Curioso é também o facto de, confrontado com esta questão pelo Provedor, JMF se ter remetido ao silêncio.
Embora o texto e respectivos anexos sejam longos, vale a pena ler para se ficar com uma ideia dos contornos da telenovela lançada pelo Público. Com sorte, talvez ainda venhamos a saber se Fernando Lima é, realmente, o assessor anónimo. Francisco Louçã garantiu à SIC que sim mas, estranhamente, a revelação do líder do BE não teve qualquer eco na imprensa.

Carlos, isso agora não interessa nada, porque no fundo, como sabemos, é tudo bons rapazes.
Tu estás doido? O JMF é, depois do afastamento dessa referência do jornalismo, a MMG, o único que nos permite respirar. Sem ele a pátria sufoca.
Nem me fale do JMF. Nem me fale.
:))
Carlos,
Fiz um link n’O Bacteriófago para aqui.
Obrigado.