Ana, não se iluda… São muito mais do que pensa.. O português prefere acreditar que há esperança que ser obrigado repensar tudo de novo, e sem ter a certeza que vai atingir algum objectivo.
Não é o meu caso. Eu não tenho mais ninguém em quem acreditar senão nele.
Ana:
Ao caviar, ao carapau de bigode, um bom vinho, vamos todos festejar, só não sabemos é quando, com estes MENTIROSOS no governo, a crise já acabou duas vezes, ainda corremos o risco, de comermos, essas iguarias, virtualmente, mas talvez o nosso amigo, M.Coelho, nos possa oferece-las, pedindo-as a alguns amigos socialistas, tendo em conta a defesa acérrima que faz deles.
Pelo menos até às eleições a crise estará totalmente dominada, claro. Depois, logo se verá: se o PS ganhar, é aperter o cinto outra vez por causa da conjuntura internacional, e tal… Se perder, a culpa do “regresso” da crise será de outros.
Eu tinha, mas a Ariel roubou-mo para levar para Moledo… traz tu outra garrafa, ok? E de caminho umas natas bem frescas, sem açucar, claro. E… olha, podes trazer também uns ovos moles, para amaciar a boca depois do caviar.
Ter rede dá sempre jeito. Sem rede não entravas no blogue…
Tens razão. Quero duas redes, então: uma para poder vir aqui e outra para uma sesta… 🙂
Sesta só depois de amanhã. Hoje é quarta…
A sesta é como o Natal… é quando um homem quiser.
Claro. O homem é que manda. Não consta nada sobre a mulher? Hehehe…
Pois é, à mulher está quase sempre reservada a “honra” de segurar na rede para o homem dormir a sesta…
O que é muito prático.
Para eles, claro. Mas correm um grande risco… o de estarem nas mãos delas para se aguentarem sobre a rede. Não se pode ter tudo. Voilà.
Pelo contrário: aguentar na rede e estar nas mãos dela é ter tudo. Hehe…
E pronto: é assim, com tiradas de charme como essa, que nós continuamos a segurar as vossas redes…
Ainda bem. Hehe…
Um homem, não uma mulher, Ana.
Pois… o João já se encarregou de lembrar-me disso, Mike. Mas se uma mulher não escolhe o dia de Natal… a verdade é que, sem ela, não existe Menino Jesus!
A crise não pode durar para sempre é uma formidável afirmação bem ao nível do estar vivo é o contrário de estar morto. Temos loura no PS.
Ai ai!
Ca vi ar
Mainada!
:)))
Este ministro anda três anos atrasado. O colega da economia já decretou o fim da crise em 2006.
Para eles a crise está sempre a acabar, já reparaste? E nós, pobres mortais distraidos, que só demos por ela ter começado…
Estes tipos são como um relógio parado: alguma vez hão-de dizer as horas certas.
Um relógio de sol? É bem visto.
Mais vale isso do que chamar “abalozito ” a uma crise mundial profunda.
Ao menos o Ministro ainda nos dá esperança…
Esperança, M. Coelho? Só para quem acreditar nele, e não há assim tantos ingénuos… ou haverá?
Ana,
não se iluda…
São muito mais do que pensa..
O português prefere acreditar que há esperança que ser obrigado repensar tudo de novo, e sem ter a certeza que vai atingir algum objectivo.
É o seu caso, M.Coelho? O meu, não.
Não é o meu caso.
Eu não tenho mais ninguém em quem acreditar senão nele.
Ana:
Ao caviar, ao carapau de bigode, um bom vinho, vamos todos festejar, só não sabemos é quando, com estes MENTIROSOS no governo, a crise já acabou duas vezes, ainda corremos o risco, de comermos, essas iguarias, virtualmente, mas talvez o nosso amigo, M.Coelho, nos possa oferece-las, pedindo-as a alguns amigos socialistas, tendo em conta a defesa acérrima que faz deles.
Pelo menos até às eleições a crise estará totalmente dominada, claro. Depois, logo se verá: se o PS ganhar, é aperter o cinto outra vez por causa da conjuntura internacional, e tal…
Se perder, a culpa do “regresso” da crise será de outros.
Ana, não me fale em caviar, menina, que eu fico já a salivar :-)) adoro.
Ora, Ariel, então vá a correr comprar caviar do melhor, para festejar o fim da crise! 🙂
E já agora, uma garrafita de Moët , em estilo pôr-do-sol .:-)
Acrescente-lhe uma companhia agradável e vai ver que não há crise que a abale, Ariel! 🙂
Sim, sim. E vá celebrar para Moledo. Caminha fica mesmo ao lado.
Estava a pensar num cenário mais tropical, Bazaruto e umas chaise-longues :-))
Longues mais pas larges?
Mais si… bien sure 🙂
Resumindo, Ariel: um pacote anti-crise irresistível. 🙂
Tal e qual os meteorologistas de Lisboa sobre as previsões para os Açores: está sempre a chover! Às vezes acertam!
Lá estarei, com chuva ou sem ela, na última semana de Agosto, João. Já estou a contar os dias…
Espero que venhas à ilha certa, Ana.
Vou para as Flores, desta vez. Mas tenciono dar um salto à Terceira, que não conheço. Se aí estiveres combinamos um almocinho delituoso, que dizes?
É que já estás na minha agenda. Na capa.
(Contacta o Pedro, que ele dá-te os meus azimutes e está autorizado a dar-te o contacto também.)
Combinado. Depois te digo os pormenores.
Há caviar? Também quero!
Vá mas é acabar com a crise primeiro. Quem não trabuca, não mandruca.
Já tens o champagne? Sem champagne não tem piada.
Eu tinha, mas a Ariel roubou-mo para levar para Moledo… traz tu outra garrafa, ok? E de caminho umas natas bem frescas, sem açucar, claro. E… olha, podes trazer também uns ovos moles, para amaciar a boca depois do caviar.
Sou louco por caviar.
Outra vez? Quem não trabuca, não mandruca. Já lhe disse para ir acabar com a crise primeiro.
Mas que súcia* aqui se prepara!
*com o significado que lhe lhe é dado cá para o Norte, nomeadamente no Minho
Qual é, Maria do Sol?
Ana
Lamento desiludi-la mas uma súcia é uma mera Patuscada. Só que com caviar e tal e tal, a coisa promete.
:)))
Não me desilude nada, ainda bem que súcia é só isso aí no Norte. É que aqui é outra coisa, bem pior…
Estás a pedir demais, mas esta bem. Levas a mousse? Se levares a mousse são-te concedidos mais 3 pedidos.
A minha mousse vale pelo menos mais 3.000 pedidos, mas vá lá: uma rede, boa música e uma varanda sobre o mar. Em Sorrento.
Ter rede dá sempre jeito. Sem rede não entravas no blogue…
Tens razão. Quero duas redes, então: uma para poder vir aqui e outra para uma sesta… 🙂
Sesta só depois de amanhã. Hoje é quarta…
A sesta é como o Natal… é quando um homem quiser.
Claro. O homem é que manda. Não consta nada sobre a mulher? Hehehe…
Pois é, à mulher está quase sempre reservada a “honra” de segurar na rede para o homem dormir a sesta…
O que é muito prático.
Para eles, claro. Mas correm um grande risco… o de estarem nas mãos delas para se aguentarem sobre a rede. Não se pode ter tudo. Voilà.
Pelo contrário: aguentar na rede e estar nas mãos dela é ter tudo. Hehe…
E pronto: é assim, com tiradas de charme como essa, que nós continuamos a segurar as vossas redes…
Ainda bem. Hehe…
Um homem, não uma mulher, Ana.
Pois… o João já se encarregou de lembrar-me disso, Mike.
Mas se uma mulher não escolhe o dia de Natal… a verdade é que, sem ela, não existe Menino Jesus!
A crise não pode durar para sempre é uma formidável afirmação bem ao nível do estar vivo é o contrário de estar morto.
Temos loura no PS.
Boa piada. Gostei.