Depois de ouvir os números da abstenção, ouvir Pedro Magalhães e ver Marcelo Rebelo de Sousa e António Vitorino, já não preciso de ouvir as projecções.
Dentro de momentos, vamos perceber que as sondagens falharam uma vez mais.
Depois de ouvir os números da abstenção, ouvir Pedro Magalhães e ver Marcelo Rebelo de Sousa e António Vitorino, já não preciso de ouvir as projecções.
Dentro de momentos, vamos perceber que as sondagens falharam uma vez mais.
As sondagens falharam em termos de abstenção pela razão de sempre: toda a gente vai votar até o dia das eleições.
Nesse fatídico dia o cu do português fica exponencialmente mais pesado até ele encontrar um sofá com uma televisão em frente.
Enquanto os cadernos eleitorais incluirem quase um milhão de mortos, no País do simplex, não há previsões sobre abstenção que aguentem. O número real de abstencionistas é muito menor.
Eu também acho que não houve assim tanta abstenção… será que estamos enganados Pedro?
Os números referentes as abstenções são ilusórios, Ana. Não percebo como é que nenhum governo – incluindo este, em quatro anos e meio – consegue reorganizar os cadernos eleitorais.
Prontosssssssssss Já está!
:))
Ficamos na mesma… como a lesma….