Este “Jasus” é um manancial. De asneiras, bem entendido. E nesse sentido é um fartote. A gente ri-se a bom rir das calinadas dele. Tenho um familiar que tem no smartphone uma apreciável colecção dessas calinadas, para mostrar aos amigos quando calha ou, simplesmente, para se rir sozinho quando não tem mais que fazer. E é lampião… Mas o treinador do Benfas é também a prova provada de que ainda é possível – apesar das cunhas, corrupções e compadrios – a um gajo praticamente analfabeto, que de certeza se fartou de levar tareias na escola primária, tal a dificuldade em exprimir-se – quanto mais ler ou escrever! – na sua própria língua, atingir um lugar de destaque na nossa sociedade. Verdade se diga que a dificuldade provavelmente é o contrário: uma pessoa que não seja mentirosa, trafulha, tosca, analfabruta, bajuladora, invertebrada, corrupta, desonesta… atingir um desses tais lugares de destaque. Gaita, que hoje estou azedo. Até é capaz de ser injusto para o Jesus, mas quando toca às coisas da bola é ainda mais difícil ser imparcial. Seja como for, ainda sou do tempo em que jornalistas e comentadores encartados juravam a pés juntos que o Jesus, apesar de ser um mestre da táctica – da estratégia talvez nem tanto… -, nunca conseguiria chegar a um grande clube, por causa da sua “difícil relação com o Português”. É como com o BES: os opinadores opinam até à náusea uma coisa (o BES é sólido…) e, quando os factos os desmentem categoricamente, fazem uma cambalhota de fazer inveja ao Nani e passam a dizer o contrário (o BES NÃO é sólido… mas a culpa é do Salgado, que… afinal… é um malandro). Viva mas é o Nani, que é o melhor jogador do campeonato português… Em estatuto… Mas, já agora, convinha prová-lo. Para bem do Sporting. E do próprio campeonato.
Jorge Jesus vai divertindo os adeptos de futebol, inclusive alguns benfiquistas (pelo menos enquanto for ganhando). Entre calinadas e algumas profecias ao lado, é vê-lo no Benfica há 5 épocas, a caminho das 6, o resto é conversa!
Este “Jasus” é um manancial. De asneiras, bem entendido. E nesse sentido é um fartote. A gente ri-se a bom rir das calinadas dele. Tenho um familiar que tem no smartphone uma apreciável colecção dessas calinadas, para mostrar aos amigos quando calha ou, simplesmente, para se rir sozinho quando não tem mais que fazer. E é lampião…
Mas o treinador do Benfas é também a prova provada de que ainda é possível – apesar das cunhas, corrupções e compadrios – a um gajo praticamente analfabeto, que de certeza se fartou de levar tareias na escola primária, tal a dificuldade em exprimir-se – quanto mais ler ou escrever! – na sua própria língua, atingir um lugar de destaque na nossa sociedade.
Verdade se diga que a dificuldade provavelmente é o contrário: uma pessoa que não seja mentirosa, trafulha, tosca, analfabruta, bajuladora, invertebrada, corrupta, desonesta… atingir um desses tais lugares de destaque.
Gaita, que hoje estou azedo. Até é capaz de ser injusto para o Jesus, mas quando toca às coisas da bola é ainda mais difícil ser imparcial.
Seja como for, ainda sou do tempo em que jornalistas e comentadores encartados juravam a pés juntos que o Jesus, apesar de ser um mestre da táctica – da estratégia talvez nem tanto… -, nunca conseguiria chegar a um grande clube, por causa da sua “difícil relação com o Português”.
É como com o BES: os opinadores opinam até à náusea uma coisa (o BES é sólido…) e, quando os factos os desmentem categoricamente, fazem uma cambalhota de fazer inveja ao Nani e passam a dizer o contrário (o BES NÃO é sólido… mas a culpa é do Salgado, que… afinal… é um malandro).
Viva mas é o Nani, que é o melhor jogador do campeonato português…
Em estatuto…
Mas, já agora, convinha prová-lo.
Para bem do Sporting.
E do próprio campeonato.
Jorge Jesus vai divertindo os adeptos de futebol, inclusive alguns benfiquistas (pelo menos enquanto for ganhando). Entre calinadas e algumas profecias ao lado, é vê-lo no Benfica há 5 épocas, a caminho das 6, o resto é conversa!