«Queremos aliviar a carga fiscal sobre o trabalho e sobre o consumo de modo permanente.»
Pedro Passos Coelho, 18 de Fevereiro de 2014
«Queremos aliviar a carga fiscal sobre o trabalho e sobre o consumo de modo permanente.»
Pedro Passos Coelho, 18 de Fevereiro de 2014
É só aproximarem-se eleições legislativas a ver se alivia ou não alivia.
Elas estão mais próximas do que alguns imaginam.
Já em 2011 ele profetizava isso, aliás isso fazia parte da estratégia do livro Mudar… mas não mudou nada.
O tribunal constitucional já avisou: o ajustamento orçamental só poderá ser feito pela via do aumento dos impostos. Mais impostos, cada vez mais impostos.
Só Se aliviam os que trabalharam. Os que já deram tudo a este país e que descontaram esses não se aliviam. Tirarem aos reformados, aí, tudo óptimo…… A nós não, nos tiram que é o que interessa. Os reformados/aposentados se tiverem ou não dinheiro, não é problema, são eles, não somos nós, até já podem partir porque só incomodam…… Nos países ditos civilizados, o que importa em primeiro lugar, é o bem estar dos seus cidadãos. Aqui se morrerem é um alívio.
E mesmo assim temos uma dívida pública que suplanta 130% do PIB e um défice que terminou acima dos 5% em 2013. Quando o Tratado Orçamental a que o Estado português está vinculado prevê 0,5% do PIB como meta do défice e uma dívida que não exceda os 60% do produto.
Sem cortes na despesa jamais lá chegaremos. E a violação das regras do Tratado Orçamental, convém não esquecer, determina multas que podem chegar aos 166 milhões de euros.