Esse cenário que nos é apresentado sempre foi uma realidade a partir de 2008, ou com o crash de 2008. O que é absurdo nisto tudo é o que se tem vindo a fazer à CGD´e aos activos da CGD também na parte dos seguros. Por outro lado, convém aqui desmistificar a questão da gestão pública. A gestão pública não é eficiente quando o sistema político se deixa corromper pelo sector privado e quando este mesmo sistema político usa e abusa da erva existente para pôr os bois a pastar. Aquando da privatização dos bancos em Portugal todos sabemos que eles estavam bem capitalizados, e não estranhemos estas ocorrências em Portugal porque isto é ancestral. E se houve descapitalização do sector público foi precisamente para tentar salvar o sistema financeiro e por se ter colocado nesse mesmo sistema as rendas de todos nós.
Há muita coisa no filme abaixo que convém ser meditada, inclusivé a asfixia que se colocou aos ditos colonos para escoarem sua produção e que podiam ter tornado Portugal, com capacidade de investimentos e com o conhecimento que possuiam, num jardim:
Se os nossos governantes fossem pessoas sérias e honestas até estava, assim não dão-se uns biliões via Troica para eles limparem os balanços e o zé povinho que pague. Tirando o BES que agora está a ser apertado após anos de contabilidade criativa para empurrar os prejuízos para a frente (presente) todos os outros foram intervencionados e ainda por cima não são correctamente fiscalizados devido ao conluio entre o poder financeiro e politico.
Portugal está a saque e os tristes que cá estão e os que foram obrigados a emigrar continuam a pagar de todas as formas e feitios a ganância hedonística de uns poucos traidores.
Se o Pedro Correia fizer uma sondagem de quantos empresários não gostariam de ser intervencionados dessa forma ou quantos trabalhadores não gostariam que as empresas não tivessem sido intervencionadas para não irem para o desemprego veria que a grande maioria diria que sim sem hesitar.
Que eu saiba se tiver uma empresa e ela falir e eu ficar na miséria o estado não me ajuda, esses bancos se avaliaram mal o risco, fizeram opções erradas de investimento deveriam tal como qualquer negócio privado falir que o estado ao abrigo da lei garantiria os depósitos até 25 mil euros.
Agora como os estados já não têm mais dinheiro para por nos bancos serão os depositantes a pagar a factura e não os acionistas ou donos, comunismo do velho é o que é, aquilo que eu designo Neocomunismo.
Esse cenário que nos é apresentado sempre foi uma realidade a partir de 2008, ou com o crash de 2008.
O que é absurdo nisto tudo é o que se tem vindo a fazer à CGD´e aos activos da CGD também na parte dos seguros.
Por outro lado, convém aqui desmistificar a questão da gestão pública. A gestão pública não é eficiente quando o sistema político se deixa corromper pelo sector privado e quando este mesmo sistema político usa e abusa da erva existente para pôr os bois a pastar. Aquando da privatização dos bancos em Portugal todos sabemos que eles estavam bem capitalizados, e não estranhemos estas ocorrências em Portugal porque isto é ancestral. E se houve descapitalização do sector público foi precisamente para tentar salvar o sistema financeiro e por se ter colocado nesse mesmo sistema as rendas de todos nós.
Há muita coisa no filme abaixo que convém ser meditada, inclusivé a asfixia que se colocou aos ditos colonos para escoarem sua produção e que podiam ter tornado Portugal, com capacidade de investimentos e com o conhecimento que possuiam, num jardim:
http://www.youtube.com/watch?v=0cKcls8g_ Cc
E esta sua lembrança, assim à queima-roupa, é o quê, Pedro Correia? Um aviso, um temor, uma intuição… o quê?
Não é nada de especial. Lembrei-me de lançar esta série agora. Calhou. Talvez por estar já cansado de tanta profecia falhada.
Frase incompleta:
” Na Coreia do Norte e em Cuba”
Se os nossos governantes fossem pessoas sérias e honestas até estava, assim não dão-se uns biliões via Troica para eles limparem os balanços e o zé povinho que pague.
Tirando o BES que agora está a ser apertado após anos de contabilidade criativa para empurrar os prejuízos para a frente (presente) todos os outros foram intervencionados e ainda por cima não são correctamente fiscalizados devido ao conluio entre o poder financeiro e politico.
Como o Rui Rocha bem postou :
http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/a-a nedota-da-vaca-6222275
Portugal está a saque e os tristes que cá estão e os que foram obrigados a emigrar continuam a pagar de todas as formas e feitios a ganância hedonística de uns poucos traidores.
Se o Pedro Correia fizer uma sondagem de quantos empresários não gostariam de ser intervencionados dessa forma ou quantos trabalhadores não gostariam que as empresas não tivessem sido intervencionadas para não irem para o desemprego veria que a grande maioria diria que sim sem hesitar.
Que eu saiba se tiver uma empresa e ela falir e eu ficar na miséria o estado não me ajuda, esses bancos se avaliaram mal o risco, fizeram opções erradas de investimento deveriam tal como qualquer negócio privado falir que o estado ao abrigo da lei garantiria os depósitos até 25 mil euros.
Agora como os estados já não têm mais dinheiro para por nos bancos serão os depositantes a pagar a factura e não os acionistas ou donos, comunismo do velho é o que é, aquilo que eu designo Neocomunismo.
Constato nestas caixas alguns secretos desejos de que a previsão de Talone acerte, mas basta fazer as contas:
2011+2=2013
2013<2104