“As imagens que as fotografias de António Conceição Júnior nos propõem parecem ser uma resposta a essa inquietação metafísica relacionada com a dimensão cósmica do ser humano, dos seus territórios naturais e artificiais, o repositório dos seus deveres e das suas vaidades. Caso se tratasse de uma genérica inquietação, próxima do conceito budista de dukkha (geralmente traduzido – mal – como sofrimento, mas que estará mais perto de ansiedade, insatisfação), ondularíamos na ordem da cura. Felizmente essa inquietação transmuta-se, na e pela arte, em interrogações nómadas, em afirmação territorial, no desempenho de uma absoluta liberdade.” – Carlos Morais José
Privilégios
Sérgio de Almeida Correia,

