No Público: O presidente do observatório da criminalidade afirmou hoje que a segurança não é um direito menor do que a privacidade, justificando assim a necessidade de se manterem medidas de protecção que possam representar uma intromissão na vida privada. Isto vem a propósito dos scanners corporais que deverão ser instalados nos aeroportos, mas poderia ser dito a propósito de videovigilância nas ruas, e de tantas outras coisas. O problema é que esta ideia poderá servir para justificar todo o tipo de abusos. E não deixa de ser preocupante que tenha tantos e tão importantes adeptos.
Privacidade?
eventhorizon,

Subscrevo. O teu ponto de vista, não o que o outro diz.
Até porque o outro só tem observatório, não tem ponto de vista.
Um observatório da criminalidade faz concretamente o quê?
Cumpts.
Quando um dia se fizer a história isenta sobre o real contributo dos observatórios portugueses vai ser lindo, vai.
Quanto à questão da segurança ser um valor de força equivalente ao da privacidade, é o que eu chamaria uma valentíssima calinada. Esperemos que o senhor observe melhor do que pensa.