O primeiro parágrafo do meu artigo de hoje pelo Jamais, para o Diário Económico. O resto pode ser lido no Jamais.
Nas linhas gerais para o programa eleitoral, o PSD destacou uma expressão que pode parecer evidente, mas que revela uma mudança significativa: "prioritárias são as pessoas". E as pessoas são, convenhamos, um bocadinho mais do que simples pagadores regulares de impostos.
(Sobre a importância da pessoa: em 1953, Russell Kirk foi convidado para integrar o conselho académico da recém-criada Intercollegiate Society of Individualists. A resposta, mostrou bem a distância que separa o conservadorismo do liberalismo: “(politically, individualism) ends in anarchy; spiritually, it is a hideous solitude… I do not even call myself an ‘individual’; I hope I am a person”.)

Ainda digo mais, Ana Margarida: “Prioritárias são as pessoas”, António Preto e Helena não-sei-quê incluídas. Sem maldade, é claro.
sem maldade, evidentemente. (com um sorriso)
Hehe…
Ana Margarida,
Não tenho nada contra, mas ou a minha memória já não é a mesma ou essa ideia das pessoas já vem do guterrismo. Estarei enganado?
Quanto à questão fundamental dos impostos estou de acordo.
Bem, ou a minha memória também me atraiçoa ou essa ideia das pessoas vem mais de trás ainda, do humanismo renascentista…
Evidentemente, Ana. Mas não era esse o meu ponto de partida temporal.
Eu percebi, Sérgio. Mas não resisti a devolver os méritos a quem de direito. Apesar de tudo, Guterres ainda está um bocadinho longe de Da Vinci…
Que belíssímo pensamento, não fosse a realidade ser outra bem diferente.
Preferimos iludir-nos e falar em vez de mudarmos de atitude.
Jesus também tentou, e vejam o resultado.
Como diz a canção… paroles, palroles, paroles !
É apenas um desabafo, pois continuarei, apesar das belas literaturas que me afagam a alma e o espiríto, a lançar às pessoas a minha cobarde e dolorosa «inderença».