Caro sdv A sugestão que dá é simpática, mas não estou interessada nela. Porém, nada o impede, a si, de ir. Interessa-me mais olhar Moçambique para onde estão a voltar muitos dos portugueses que decidiram sair.
Muitos dos países com maior crescimento realizam-no mercê, quase exclusivamente, da extração de recursos naturais e não de qualquer setor produtivo. É o caso da Mongólia ou do Iraque.
Na verdade, não adianta comentar, mas talvez valha a pena dar um título no quadro: “Tirem-nos da Garagem”, que é como quem diz, saiamos deste fracasso político, económico e financeiro que é o destroço/prisão chamado “União Europeia”.
De notar a presença da Síria entre os países cujo PIB está em queda; tal como acontece com Portugal, também aqui a UE está a dar uma ajuda, só que neste caso está a fazê-lo através do apoio politico e financeiro que presta à fação da atual guerra civil que irá instaurar uma ditadura islâmica em substituição da ditadura de Assad.
Outra coisa interessante: a Economist pôs num quadro aquilo que o ministro das finanças teve vergonha de admitir no OE para 2013: a economia portuguesa vai “encolher” pelo segundo ano consecutivo 3%. Pela mão da bancocracia europeia, estamos a caminho da catástrofe grega. TIREM-NOS DA GARAGEM
Exma. Senhora,
Vá viver para um desses magníficos países de crescimento rápido… mas com o ordenado médio deles. Boa sorte!
Caro sdv
A sugestão que dá é simpática, mas não estou interessada nela. Porém, nada o impede, a si, de ir.
Interessa-me mais olhar Moçambique para onde estão a voltar muitos dos portugueses que decidiram sair.
Das duas uma. Ou os portugueses não prestam, ou não têm dedo para escolher quem os governa.
Ps. Ou não podem …
Optimistas e vigaristas.
A recessão na Síria então é um tratado a que só se pode chamar de mentira.
Não deixa de ser sugestivo ver quatro ex-colónias portuguesas entre os países com maior crescimento…
Muitos dos países com maior crescimento realizam-no mercê, quase exclusivamente, da extração de recursos naturais e não de qualquer setor produtivo. É o caso da Mongólia ou do Iraque.
Na verdade, não adianta comentar, mas talvez valha a pena dar um título no quadro: “Tirem-nos da Garagem”, que é como quem diz, saiamos deste fracasso político, económico e financeiro que é o destroço/prisão chamado “União Europeia”.
De notar a presença da Síria entre os países cujo PIB está em queda; tal como acontece com Portugal, também aqui a UE está a dar uma ajuda, só que neste caso está a fazê-lo através do apoio politico e financeiro que presta à fação da atual guerra civil que irá instaurar uma ditadura islâmica em substituição da ditadura de Assad.
Outra coisa interessante: a Economist pôs num quadro aquilo que o ministro das finanças teve vergonha de admitir no OE para 2013: a economia portuguesa vai “encolher” pelo segundo ano consecutivo 3%. Pela mão da bancocracia europeia, estamos a caminho da catástrofe grega. TIREM-NOS DA GARAGEM