Presidenciáveis (epílogo)


Pedro Correia,

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Quatro meses depois, chegou ao fim a minha série Presidenciáveis.

A avaliar pelas reacções registadas, julgo que obteve interesse junto dos leitores, mesmo quando discordavam por completo das escolhas: se as minhas contas não falham, os 70 nomes que aqui foram desfilando desde Fevereiro totalizaram 1346 comentários.

Em jeito de balanço, reúno agora todos os “presidenciáveis” que foram passando pelo DELITO DE OPINIÃO, por ordem decrescente de comentários suscitados. O que pode constituir um índice de popularidade – ou talvez não.

44 comentários – Vítor Constâncio

42 comentários – António Barreto, Ana Gomes

40 comentários – Henrique Neto, Nicolau Breyner

38 comentários – Henrique Medina Carreira

36 comentários – Boaventura de Sousa Santos

34 comentários – Jaime Gama

32 comentários – Maria José Morgado

30 comentários – Manuel Alegre, José Pacheco Pereira

28 comentários – Manuel Monteiro

26 comentários – Marcelo Rebelo de Sousa, João Bosco Mota Amaral, Paulo de Morais, Carlos César, Daniel Proença de Carvalho, Isabel Jonet

24 comentários – Manuel Carvalho da Silva, António Guterres, Luís Figo

22 comentários – Leonor Beleza, Carlos Carvalhas, Vital Moreira, Manuela Ferreira Leite

20 comentários – Francisco Pinto Balsemão, António Marinho Pinto, João Cravinho, Rui Moreira, Mário Nogueira, Fernando Ruas

18 comentários – Vasco Lourenço, José Gomes Ferreira, José Manuel Durão Barroso

16 comentários – Rui Rio, António Bagão Félix, João Lobo Antunes, Fernando Rosas, Alexandre Soares dos Santos, Francisco Louçã, José Eduardo Moniz

14 comentários – António Vitorino, António Sampaio da Nóvoa, António Garcia Pereira, João Soares, Lídia Jorge.

12 comentários – Guilherme d’ Oliveira Martins, Diogo Freitas do Amaral, Fernando Nobre, Luís Amado, Eduardo Barroso, António Capucho, Paulo Rangel, Helena Roseta, José Mourinho

10 comentários – Pedro Santana Lopes, Alberto João Jardim, Carlos Monjardino, Assunção Esteves, José Ribeiro e Castro, José Silva Peneda, Ana Drago, Fernando Ulrich, Miguel Sousa Tavares, Álvaro Laborinho Lúcio

8 comentários – António Lobo Xavier

6 comentários – Belmiro de Azevedo, Maria de Belém Roseira, José Miguel Júdice

4 comentários – João Proença

 

Em “gostos” no Facebook, estes foram os mais votados:

Maria José Morgado (50)

Fernando Ruas (30)

João Proença (24)

José Pacheco Pereira (21)

Paulo de Morais (18)

0 comentários em “Presidenciáveis (epílogo)”

  1. Os meus (modestos e resumidos) gostos:

    1. Não deixaria de faltar à assembleia de voto para colocar a cruzinha em:

    António Barreto, Jaime Gama, Guilherme d’ Oliveira Martins, Laborinho Lúcio, Henrique Neto (com a reticência de em 2016 já ir nos 79 anos).

    2. Iria (irei) à assembleia de voto colocar a cruzinha, sem grande entusiasmo, e dependendo da campanha, em:

    António Guterres, António Vitorino, Rebelo de Sousa, Rui Moreira, João Proença.

    3. Está absoluta e radicalmente fora de causa que fosse algum dia votar em:

    Ana Gomes, Boaventura Sousa Santos, Proença de Carvalho, Ferreira Leite, Marinho Pinto, Mário Nogueira, Vasco Lourenço, Bagão Félix, Sampaio da Nóvoa, Garcia Pereira, Freitas do Amaral, Santana Lopes, Alberto João Jardim, António Capucho, José Miguel Júdice…

    1. Se desta lista há pelo menos cinco “presidenciáveis” que mereceriam o seu voto, garanto-lhe que me dou por satisfeito.
      No fundo foi também a pedagogia do voto que pretendi com esta série. Ninguém diga que não há opções (em teoria, pelo menos).

      1. Quem tem razões para se dar por satisfeito com esta lista de 70 são (ou foram, que agora terminou) os leitores do DdO.

          1. Rezingão?! Porquê?! Peço desculpa, mas acho que a pontaria aí falhou, ou então me exprimi mal… de modo algum pretendi opinar que estava contente com o terminar da lista – mas antes com a existência da lista propriamente dita.

          2. Nada a perdoar…

            A propósito e porque não me parecia mal uma senhora em Belém, as hipóteses mais credíveis (mas que não têm características de “ganhadoras”, acho eu) seriam Leonor Beleza ou mesmo Maria de Belém. Quanto a Lídia Jorge, que me parece estimabilíssima pessoa, acho-a demasiado estranha às funções que teria de desempenhar.

          3. Eu gostaria, confesso. E acharei inconcebível, uma vez mais, só ver homens a concorrer para a Presidência da República. O que diz muito do atraso estrutural da política portuguesa.

  2. Também os meus parabéns pela série Presidenciáveis. É um retrato muito interessante da paisagem política do país, susceptível de ser, teoricamente, presidenciável. Quase diria, um retrato que é a “cara” da nossa “intelligentsia”. Enfim, uma aproximação. Há aí pano para mangas. Genericamente, eu estou de acordo com o leitor “Concatenando e resumindo”, designadamente com o ponto nº 1 e, em especial, com o 1º nome.

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