14 comentários em “Prémio Nobel da Literatura 2009”
Alemã, prosadora e poetisa, de origem romena, com 56 anos, tem pelo menos dois livros editados em português: «O Homem É um Grande Faisão Sobre a Terra» (Cotovia) e «A Terra das Ameixas Verdes» (Difel).
Confesso que não conheço a galardoada. Porém, tal escolha europeia não me estranha nada, dado que no ano passado a Academia Sueca decidiu ostracizar a literatura americana. Temo que esta se esteja a tornar eurocêntrica… Bendito Sartre que teve tomates para recusar o Nobel!
Concordo. Mas tendo em conta os critérios da Academia Sueca definidos no ano passado, nomes como Philip Roth ou Don DeLillo, estarão sempre fora da escolha…
A Academia é arreigada À sua tradição de não surpreender ninguém: deu o prémio a uma quase desconhecida em vez dos habituais “nobelizáveis”em quem toda a gente aposta. O costume. A propósito, a senhora é da região de Timisoara, do Banato, região onde já houve uma maioria de suabos; não só é uma alemã de origem romena como uma romena de origem alemã (como se vê pelo apelido).
Às vezes o Nobel da Literatura faz-me lembrar “Os Ídolos”- andam a divulgar novos talentos. Nunca tinha ouvido falar desta senhora, mas provavelmente o problema é meu.
É meu também, Carlos. Nunca tinha ouvido falar dela… fico curiosa. Mas não vejo mal nenhum em que o Nobel sirva também para mostrar ao mundo grandes talentos que ainda não são conhecidos, o que parece contraditório mas não o é, sobretudo em literatura.
O mundo é grande e a literatura também, o que não é conhecido cá não quer dizer que seja desconhecido. Não tenho nada contra que sejam escritores que eu não conhecço desde que sejam mercedores, aliás há vários escritores que conheci porque ganharam o Nobel, como por exemplo V. S. Naipaul ou Orhan Pamuk.
Alemã, prosadora e poetisa, de origem romena, com 56 anos, tem pelo menos dois livros editados em português: «O Homem É um Grande Faisão Sobre a Terra» (Cotovia) e «A Terra das Ameixas Verdes» (Difel).
Exactamente, João.
Confesso que não conheço a galardoada. Porém, tal escolha europeia não me estranha nada, dado que no ano passado a Academia Sueca decidiu ostracizar a literatura americana. Temo que esta se esteja a tornar eurocêntrica…
Bendito Sartre que teve tomates para recusar o Nobel!
Também não conheço mas não eleger um americano não me parece que seja ostracizar a literatura americana.
Concordo. Mas tendo em conta os critérios da Academia Sueca definidos no ano passado, nomes como Philip Roth ou Don DeLillo, estarão sempre fora da escolha…
A Academia é arreigada À sua tradição de não surpreender ninguém: deu o prémio a uma quase desconhecida em vez dos habituais “nobelizáveis”em quem toda a gente aposta. O costume.
A propósito, a senhora é da região de Timisoara, do Banato, região onde já houve uma maioria de suabos; não só é uma alemã de origem romena como uma romena de origem alemã (como se vê pelo apelido).
Às vezes o Nobel da Literatura faz-me lembrar “Os Ídolos”- andam a divulgar novos talentos. Nunca tinha ouvido falar desta senhora, mas provavelmente o problema é meu.
É meu também, Carlos. Nunca tinha ouvido falar dela… fico curiosa. Mas não vejo mal nenhum em que o Nobel sirva também para mostrar ao mundo grandes talentos que ainda não são conhecidos, o que parece contraditório mas não o é, sobretudo em literatura.
Eu vejo mal. Pelo menos se se pretender que o Nobel premeie os melhores.
E acha que os melhores são sempre, obrigatoriamente, os mais conhecidos?
O mundo é grande e a literatura também, o que não é conhecido cá não quer dizer que seja desconhecido. Não tenho nada contra que sejam escritores que eu não conhecço desde que sejam mercedores, aliás há vários escritores que conheci porque ganharam o Nobel, como por exemplo V. S. Naipaul ou Orhan Pamuk.
Ora bem. Também já conheci alguns assim. Se não tivessem ganho o Nobel talvez nunca os tivesse lido.
Também não conheço, Carlos.
Nunca tinha ouvido falar da autora. O que, em si, não significa nada mais do que a minha ignorância.
:))