O restauro dos seis órgãos da magnífica e absolutamente única Basílica do Palácio Nacional de Mafra foi galardoado com o Prémio Europa Nostra 2012. Se o orgulho matasse já me tinha dado uma coisinha. Os meus Parabéns ao mestre organeiro Dinarte Machado, por tudo e pela humildade e simplicidade em pessoa. Há tão poucos assim.

Justíssimo!
Mesmo, Laura!
Muito Obrigado a todos.
Tenho a consciência de um trabalho ele mesmo único, seja para o bem seja para o menos bem.
Este tenho a honra de o dedicar neste momento alto precisamente, aos dois organeiros portugueses de Mafra, criadores da escola de organaria portuguesa, que tanto nos deve orgulhar. António Xavier Machado e Cerveira e Joaquim António Peres Fontanes.
Infinitamente grato
Dinarte Machado
Quanta honra, Mestre, por me ter vindo responder! Nós é que estamos eternamente gratos pela sua dedicação e competência e por ter levado o nome de Mafra e de Portugal mais longe. O Prémio é merecidíssimo.
Muitos cumprimentos desta ‘mafarrica’ 🙂
Magnífico! Não és só tu que te sentes orgulhosa, sentimo-nos todos.
Verdade, Ivone, mas sendo de Mafra e tendo conhecido o Mestre Dinarte aqui há umas semanas exactamente depois de um concerto dos seis órgãos, este Prémio tocou-me de forma muito especial.
a magnífica e absolutamente única Basílica do Palácio Nacional de Mafra
Que os órgãos e o seu restauro sejam magníficos, concordo.
Agora a basílica, é a modos que um mastodonte, grandioso mas feiíssimo.
Mastodonte? A sua sensibilidade artística é como a bizarria dos comentários com que nos brinda. E refere-se a quê? Ao Monumento ou à Basílica?
Refiro-me ao Palácio Nacional. Por fora é grotescamente feio. Por dentro não conheço bem, mas o pouco que conheço não tem nenhuma beleza, bem pelo contrário. É só tamanho e ostentação, mas beleza, népias.
Releia o que escrevi. A sua pressa em discordar com tudo o que se diz é de tal forma quem nem lê o que se escreve. Eu estava a falar da Basílica. Sim, a Basílica é magnífica e única. Se não conhece bem por dentro seria aconselhável reduzir-se à sua ignorância. É o que faço habitualmente. Não conheço, calo-me.