Sacrificar um dos nossos para albergar inimigos da nossa cultura. Uma vergonha sem qualificação possível, mas tão típico da pulhice socialista e do se ser de esquerda.
A Justiça não terá uma palavra a dizer sobre isso?. Ou será que apropriadamente(?) já foram invocados, para a expropriação, direitos de religião oficial do Estado ?.
Não é bem assim. Porque será que o PS/CML se encolheu?. Consciência pesada?. Opinião pública cada vez mais esclarecida ?. Será mesmo uma obra de “utilidade pública” ou de “utilidade PS” ?.
Entretanto ontem mesmo o Islão, no Egipto, faz explodir duas bombas em duas igrejas cristãs à hora da celebração. Dormam descançados: os exímios, capázes “sampaios” e amigos, estão com as rédeas da imbróglio nas suas mãos. “Peace in our time” disse o tolinho.
Lendo o artigo lincado, vê-se que os prédios não foram expropriados para a construção de uma mesquita mas sim para a construção de uma praça, ou seja, para um projeto de remodelação urbana. Mais se vê que o processo foi dirimido e resolvido em tribunal. A justiça foi aplicada.
Este “caso” parece-me simplesmente a história de um indivíduo que, descontente com a decisão de um tribunal, o qual já apreciou o caso e tomou uma decisão supostamente justa, resolve recorrer ao poder mediático para tentar puxar a brasa à sua sardinha. Aparece-nos com a conversa do espoliado, na miséria, a quem tiraram tudo o que tinha, etc etc etc, quando a verdade é que vai receber (ou já terá recebido) a justa indemnização que o tribunal lhe conferiu. Não tem direito a mais, nem a menos. É natural que o homem gostasse que a Câmara lhe desse mais umas centenas de milhares de euros por aquilo que lhe expropriou. O que já não é natural é que os media lhe dêem tanta importância, quando o tribunal já decidiu a indemnização justa.
Mostra bem o tipo de regime que temos.
Um assalto da Câmara de Lisboa.
Venho a dizer já algum tempo para todos fugirem de Lisboa.
“Comparado”, não; “comprado”, sim.
Sacrificar um dos nossos para albergar inimigos da nossa cultura. Uma vergonha sem qualificação possível, mas tão típico da pulhice socialista e do se ser de esquerda.
Autênticos gangsters”.
Felizmente sou bem educado, se não chamava-lhes filhos de uma enormíssima puta…
Alá é grande.
Alá é grande e generoso.
A Justiça não terá uma palavra a dizer sobre isso?. Ou será que apropriadamente(?) já foram invocados, para a expropriação, direitos de religião oficial do Estado ?.
A Justiça não terá uma palavra a dizer sobre isso?
Já disse – leia o artigo lincado. A justiça já se pronunciou e fixou um valor para a indemnização.
Não é bem assim.
Porque será que o PS/CML se encolheu?. Consciência pesada?.
Opinião pública cada vez mais esclarecida ?.
Será mesmo uma obra de “utilidade pública” ou de “utilidade PS” ?.
http://ocorvo.pt/2017/03/10/obras-da-nov a-mesquita-na-mouraria-so-devem-comecar-d epois-das-autarquicas/
Entretanto ontem mesmo o Islão, no Egipto, faz explodir duas bombas em duas igrejas cristãs à hora da celebração.
Dormam descançados: os exímios, capázes “sampaios” e amigos, estão com as rédeas da imbróglio nas suas mãos.
“Peace in our time” disse o tolinho.
Lendo o artigo lincado, vê-se que os prédios não foram expropriados para a construção de uma mesquita mas sim para a construção de uma praça, ou seja, para um projeto de remodelação urbana.
Mais se vê que o processo foi dirimido e resolvido em tribunal. A justiça foi aplicada.
Este “caso” parece-me simplesmente a história de um indivíduo que, descontente com a decisão de um tribunal, o qual já apreciou o caso e tomou uma decisão supostamente justa, resolve recorrer ao poder mediático para tentar puxar a brasa à sua sardinha. Aparece-nos com a conversa do espoliado, na miséria, a quem tiraram tudo o que tinha, etc etc etc, quando a verdade é que vai receber (ou já terá recebido) a justa indemnização que o tribunal lhe conferiu. Não tem direito a mais, nem a menos.
É natural que o homem gostasse que a Câmara lhe desse mais umas centenas de milhares de euros por aquilo que lhe expropriou. O que já não é natural é que os media lhe dêem tanta importância, quando o tribunal já decidiu a indemnização justa.