Postais de Coimbra


Pedro Correia,

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Aqueduto de São Sebastião

 

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Jardim Botânico

 

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Sé Velha

 

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Jardim da Sereia

 

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Igreja de S. Tiago

 

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Chanfana no Cantinho dos Reis

 

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Leitão à Bairrada (meia dose) no Joaquim dos Leitões

 

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Vista geral da cidade, a partir do Mosteiro de Santa Clara-a-Nova

 

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Vista da Alta coimbrã

 

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Mondego azul (sem um barco em pleno Agosto…)

23 comentários em “Postais de Coimbra”

  1. A minha linda terra. Contaram-me que no viaduto de São Sebastião havia umas setas de prata a trespassar a imagem do Santo. Pois houve uns estudantes que roubaram as setas e deixaram-me na imagem um letreiro a dizer: “Basta de tanto sofrer!”.

    1. Ao que parece esse grupo de estudantes era comandado pelo Poeta João de Deus.

      e a inscrição correcta foi ” Já basta de tanto sofrer”

      Obrigado por colocar o post, pois assim que vi a foto era o que tencionava escrever.

      Obriga do ao meu patrício Pedro Correia, por mais uma vez nos lembrar das coisas lindas de Portugal e das Beiras.

      Continuação de Boas Férias

      Leão do Fundão

      1. Estou a gostar muito destes dias aqui na Lusa Atenas, meu prezado patrício.
        Quem não é de cá costuma dizer que Coimbra é cidade para ver «só de passagem».
        Nada mais errado, como uma vez mais comprovo.

        Abraço amigo.

        1. Para mim, foram 22 anos.
          Não desejo regressar, por questões que tenho de mim para comigo mas, no regresso, a primeira coisa que digo, ao volante, é um “-Olá Mondego!”

          mas tem segredos, muitos segredos, esta cidade, para lá do que vai pelos guias-turísticos (guias-intérpretes são as pessoas…).

          vai ao Terreiro da Erva e tenta descobrir o que resta de uma igreja soterrada que se tornou, mais tarde, uma oficina de mecânica automóvel (creio que fechou, entretanto).

          🙂

          Há mais segredos que Coimbra esconde, procura-os, se tempo tiveres 😀

          1. Tenho jantado precisamente no Terreiro da Erva, onde está o Reis, um dos meus poisos gastronómicos favoritos de Coimbra.
            É como dizes: esta cidade tem de ser conhecida aos poucos. Está cheia de segredos: assim saibamos desvendá-los.
            Tenho ainda muitos por conhecer.

  2. Linda, linda!
    A cidade onde gostaria de viver, se pudesse.
    Mas, Pedro, o Basófias não tem direito a uma fotografiazinha?
    ⚘
    Maria

        1. Belíssimo!
          Obrigada, Pedro.
          Há muitos anos, quando vim para CB, costumava fazer umas “tiradas” até Coimbra para ir ao cinema.
          Num desses dias não resisti aos Basófias (rio e barco), mandei o cinema às urtigas e fui passear no Mondego: uma das melhores decisões da minha vida
          ⚘
          Maria

  3. Férias em Coimbra, ahah… Vê-se em meio-dia. E o que havia à volta ardeu ou está desfigurado pelo municipalismo republicano e a politiquice barata do planeamento regional (as duas faces do mesmo cagalhão maçónico) — esse cancro paisagístico que vem destruindo o país. Não gosto deles e nunca hei de me subjugar ao mau gosto e a essa gente sem cultura nem grandeza. São quase todos do Benfica, aliás.

    Boas Férias, todavia! Aconselho um passeio de carro até S. Miguel de Poiares para ver árvores queimadas, casas feias e comer uma francesinha ou uns nacos na telha no Restaurante “A Mó” na EN17

    1. Vê-se em meio-dia?
      Esse V. só pode ser de Visão e de Velocidade
      Visão de Superman (e também de mosca…) e Velocidade nos movimentos (como o outro que era mais rápido que a própria sombra).
      Ou será que também usa uma trotinete eléctrica?
      ⚘
      Maria

      1. De trotinete não digo, mas de skate dá para descer aquele paredão de jeito maometano que fizeram em Santa Clara..

  4. Bela cidade para se viver, com qualidade de vida, ensino, saúde, excelentes indicadores. Falta apenas… emprego.
    Autarquias letárgicas, sociedade civil a viver do passado e do status quo da Universidade, uma cidade a ver a banda passar

    1. Vejo a cidade mais dinâmica, sobretudo na Baixa, que há uns anos conheci cadavérica, graças ao turismo e à iniciativa privada dele decorrente. E questiono-me como é que ainda há gente em Portugal a rogar pragas ao turismo.
      Só quem não se lembra como era o centro de Lisboa, Porto e Coimbra há meia dúzia de anos ou menos que isso.

      1. A diferença na cidade está no mês de Agosto (e até Julho). Ha uma década a cidade fechava (literalmente), hoje em dia não é assim, muito pelo turismo.
        Mas no dia a dia a Baixa continua longe do que podia ser. E o ponto de romaria é o Fórum.

          1. Good decision: no Forum não existem segredos 😀

            ____________
            Tenta/tentem, que desconheço se viajas a sós ou acompanhado, Santa Clara-a-Velha (sem guia), imaginando e sabendo que muito está ainda – as sondagens demonstraram-no – por escavar/exumar. Uma decisão inteligente, não só por todos saberem que não existem recursos para a conservação, restauro, tantos etc., mas pela beleza que é deixar a outras gerações um trabalho, digamos, “interrompido”, quando ali se fez já tanta História (tanta revelação, tanta aventura nas primeiras cheias após os trabalhos de arqueologia, uma amiga arqueóloga mergulhando na lama para entrar nos contentores de trabalho e resgatar preciosidades únicas, irrepetíveis, e conseguiu, algumas, lamento que isto não conste por lá em painéis…).

            ____________
            (e o facto, únio de se terem contido as augas por mor de feito único: o muro de contenção, que chega à rocha mãe, com o auxílio de algumas bombas de recolha de augas, mas que, infelizmente, jamais chegará para o apoio integral, o que já se viu/leu: necessário, mesmo, é o desassoreamento do “- Olá Mondego! 🙂

          2. O segredo do Fórum é o porquê de tanta gente fazer aquela subida íngreme a pé só para lá ir.
            Pelo menos fazem serviço público, põe a miudagem a fazer exercício

          3. Enquanto o Estado continuar a sugar tudo e só magistrados, profs e restantes burgueses da FP é que tiverem todo o dinheiro e poder de compra não há desenvolvimento possível para uma cidade sem indústria e sem dinamismo comercial — acho que já nem as incubadoras incubam. As transformações da FNAC do Forum —que foram bem visíveis nos últimos anos até à irrelevância que tem hoje— é talvez o indicador mais perfeito do declínio das cidades com alguma interioridade e que sofreram anos e anos de mau urbanismo e caciquismo político. É de facto ali que eles aprendem o que depois vão fazer nos cargos mais bem pagos e mais influentes à medida que sobem na hierarquia do Estado.

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