A expressão “santo” usada nos comentários anteriores não o foi certamente no sentido em que a toma. Mas também não concordo com o que diz sobre Mandela e as ditaduras do seu tempo. Fiquei eu mesmo aborrecido quando ele jogou para canto no caso de Timor-Leste. Mas entendi-o no seu contexto político. Enfim penso que uma discussão sobre isto não nos levaria longe.
Li-lhe acima o desabafo sobre a não-posição face a Timor. Mas como podemos apontar-Lhe isso quando nem um mea culpa fizemos? Lembrou-me os que invectivaram Xanana por, sob tortura, ter confessado os crimes de que estava acusado. Diz bem, Fernando, há que ler o contexto político e há que perceber todas as constantes lutas travadas por este Homem. E conseguiu morrer como viveu: de espírito livre e magnânimo. Ficou-nos a obra e a memória, e é imperativo que as recordemos. Yhila Moja, Mandela, ontem como há 5 anos.
Salvo algumas coisitas sem importância concordo consigo, Sarin. Sem levar em conta o contexto das pessoas, e não só das maiores, nunca as perceberemos muito menos o que deixam – feito ou até por fazer.
Um Homem Santo!
Bem lembrado!
Mais Santos são os, que não invocando as forças do além, fazem com as suas obras celestiais.
Uma boa definição. É isso. Para mais nestes momentos tão rasteiros.
Mais correcto:
Mais Santos são os que, não invocando as forças do além, fazem suas as obras celestiais.
Santo?
Mandela não teve grandes problemas com ditaduras desde que fossem de pretos sobre pretos. Ou de brancos sobre brancos.
A expressão “santo” usada nos comentários anteriores não o foi certamente no sentido em que a toma. Mas também não concordo com o que diz sobre Mandela e as ditaduras do seu tempo. Fiquei eu mesmo aborrecido quando ele jogou para canto no caso de Timor-Leste. Mas entendi-o no seu contexto político. Enfim penso que uma discussão sobre isto não nos levaria longe.
Para si, Fernando:
https://www.youtube.com/watch?v=bMzEClK WUxc
Cinco anos já? Caramba, Fernando, como o tempo passa.
É verdade, Pedro, como o tempo passa. Mas ele não, o Mandela, não. Ficou.
Um homem com H que mudou de opinião depois da saida dos portugueses de África…
Que mudou de opinião por muitos motivos.
Sinto-me orgulhosa por ter vivido no tempo de Nelson Mandela.
Eu também, Bea. E esse sentimento é comum felizmente a milhões.
5 anos já? O maior da nossa era
Deixas-me sem jeito… O maior…Sim, o maior. Mas houve tantos, jpt!
isso mesmo, houve…
Li-lhe acima o desabafo sobre a não-posição face a Timor. Mas como podemos apontar-Lhe isso quando nem um mea culpa fizemos? Lembrou-me os que invectivaram Xanana por, sob tortura, ter confessado os crimes de que estava acusado.
Diz bem, Fernando, há que ler o contexto político e há que perceber todas as constantes lutas travadas por este Homem. E conseguiu morrer como viveu: de espírito livre e magnânimo. Ficou-nos a obra e a memória, e é imperativo que as recordemos. Yhila Moja, Mandela, ontem como há 5 anos.
Salvo algumas coisitas sem importância concordo consigo, Sarin. Sem levar em conta o contexto das pessoas, e não só das maiores, nunca as perceberemos muito menos o que deixam – feito ou até por fazer.
Gosto da nota “que deixam feito ou por fazer”.
Os Grandes, como os pequenos, também se medem pelo que evitaram, bem ou mal.
O que tentaram raramente é história.
Absolutamente.