RIO DOURO
Nascente: Serra de Urbión (província de Sória, Castela-Leão, Espanha)
Foz: Oceano Atlântico, no Porto
Afluentes portugueses: Rios Águeda, Côa, Sabor, Tua, Pinhão, Torto, Corgo, Varosa, Teixeira, Cabrum, Bestança, Paiva, Tâmega, Arda, Sousa
Extensão: cerca de 930km
"Um universo virginal, como se tivesse acabado de nascer, e já eterno pela harmonia, pela serenidade, pelo silêncio que nem o rio se atreve a quebrar, ora a sumir-se furtivo por detrás dos montes, ora pasmado lá no fundo a reflectir o seu próprio assombro. Um poema geológico. A beleza absoluta."
Miguel Torga, Diário XII




.. o que eu gosto de Miguel Torga, Pedro, e do Douro, e do Porto ! :))
Por essa ordem?
(gargalhada) 😉
O Douro? Deixa-me pensar se conheço…
Hum… Já ouviste falar?
Um cenário lindissimo o “nosso” Douro. Quem já fez o Comboio Histórico a Vapor pela Linha do Douro só se pode sentir um priveligiado pela beleza que este rio tem.
Tal-qualmente.
Belíssimas fotos
Este rio é de uma fotogenia irresistível.
Correção: o rio nasce na província de Soria, no extremo leste da região de Castela e Leão. Mas Leão fica no estremo oeste (portanto oposto) dessa região. Não é pois correto dizer que o rio nasce em Leão.
Obrigado pela precisão. Já fiz a devida alteração na ‘ficha técnica’ do rio.
Belo, o Douro e Miguel Torga e “tudo”…
Quem vem e atravessa o rio
Junto à Serra do Pilar,
Vê um belo casario
Que se estende até ao mar…
Quem te vê ao vir da ponte
és cascata, são-joanina
dirigida sobre um monte
no meio da neblina.
(é das mais belas canções, que eu conheço, sobre o Porto
Carlos Tê e Rui Veloso no seu melhor, digo eu)
E de onde é que eu sou? De onde? … Da Ribeira até à Foz…
Parabéns, João, só podia ser…:))
Mas pisgou-se:)))
Engana-se. Apenas tenho precisado de passar umas temporadas fora.
De Miragaia, Massarelos, Ouro, Cantareira (que por acaso é outro local mitificado na música de rui Veloso)?
A minha grande pena (inveja?) é que Lisboa não tenha uma igual. E estou a brincar claro 🙂
Hum… A brincar com coisas sérias?…
A beleza absoluta, bem dizia Miguel Torga!
Fantasticamente lindo e extremamente variado no seu percurso, é deslumbrante.
Belas fotografias, vários espelhos d’água, o meu</> rio!
Cada espelho d’água mais deslumbrante que o outro.
Desde o Douro a Miguel Torga, muito bem.
Obrigado, Daniel. Navegar é preciso.
Tudo nota máxima. A escolha do rio, claro, as fotografias (mas o rio é lindo mesmo) e a escolha das palavras. Miguel Torga, um dos que prefiro, sempre. E o requinte de, ao escolher Miguel Torga, ter escolhido prosa. Não sendo eu entendida e guiando-me só pelo que a minha sensibilidade me traz, gosto muito muito de Miguel Torga, não desdenho a sua poesia, mas prefiro a prosa.
Pedro Correia, muito obrigada
:))))
Estamos em perfeita sintonia, Maria do Sol: de Torga, mil vezes a prosa. Embora goste muito de alguns poemas, acho muito superior na prosa. 🙂
Concordo, Ana.
Grato pelas suas palavras, Maria do Sol. Sugiro-lhe que vá acompanhando esta série até ao último dia.
Lindo de morrer!
Então não é, Teresa? Ainda havemos de fazer um jantar do DELITO à beira-Douro.
Humm…, este não sei se o conheço, mas há um que avisto de minha casa, muito parecido, e em que também andam um barcos de cruzeiro para cima e para baixo, iguaizinhos ao da foto… Se calhar é capaz de ser o mesmo…
Será?…
Uma beleza, o Douro.
Quando vêm por aí acima passear no Douro, por exemplo?
:)))
Já faltou mais, Maria do Sol.