“Portugal é um armário cheio de esqueletos gordos. As PPP. O imobiliário. Os famosos falidos. As contas da Madeira. É lamentável que só uma força externa, a “troika”, tenha um pé-de-cabra para revelar esta corrupção moral. Se Portugal perdeu a autonomia para a “troika”, o Governo da Madeira merece manter a sua? Não. Traiu-a”. – excerto do texto que Pedro Santos Guerreiro assina hoje no Jornal de Negócios.
Portugal não é a Grécia, é a Madeira
Teresa Ribeiro,

“o Governo da Madeira merece manter a sua? Não. Traiu-a”
nunca em Portugal houve tanto jornais económicos e Portugal está na banca-rota!!!??? servem para alguma coisa!!??? claro que não…servem apenas para…para…para…para…
Ora finalmente vejo que V. reaparece com uma das suas velhas tiradas a tocar com o dedo na ferida, seja ela qual for, e carregadas de perspicácia.
Faltou as Empresas Publicas usadas para baixar o défice e esconder a Dívida.
Mais as dívidas assumidas por pagar fora dos prazos.
Faltou (faltaram)? Ou V. esqueceu-se de ler “as PPP” logo no segundo período?
Notável clarividência, a do Pedro Santos Guerreiro.
O artiguinho do Santos Guerreiro, director do Jornal de Negocios, cheira-me a “lagrimas de crocodilo”.
SG tem na minha opinião pouca moral para criticar Jardim, porque sendo ele um especialista, nunca denunciou no jornal dele, nem o que se passava na Madeira, nem no “contenente”. O Jornal de Negocios achava que o anterior 1º ministro, e o seu ministro das finanças eram excelentes. E enquanto o governo socialista ia alegremente aumentando a divida e o defice, para os numeros astronomicos que agora conhecemos, muita gente no JN como SG e Helena Garrido por exemplo, não poupavam no seu jornal e quando iam às tvs, encomios à actuação dos governos de Socrates.
Desde 2006 que o Tribunal de Contas denunciava que havia despesa escondida na Madeira; é para mim muito estranho, tendo em conta que o que se gasta na Madeira tem impacto nas contas do País, nem o ministro das finanças, nem o Tribunal de Contas, nem o Banco de Portugal se tenham dado ao trabalho de averiguar o que se passava, deixando o Jardim em roda livre. SG diz no seu artigo “que jardim fez o que fez porque o deixaram”. É pena que não tenha a coragem de dizer quem o deixou.
Como se diz na minha terra, o artigo de Santos Guerreiro, e de outros como o Marcelino no DN p. ex., são “sopas depois do almoço”.
É obvio que este comentário não serve nem para justificar, nem para desculpar os actos de Jardim. Ele não tem desculpa
Notável artigo de um guerreiro esclarecido e esclarecedor.
Quo vadis Portugal?
Começamos todos a “chover no molhado” mas, a alternativa não é matar o mensageiro!
As consequências desta monstruosa ocultação(na forma, no conteúdo e na figura boçal do autor do desfalque) , a pagar plos “Cont’nentais” serão mais do mesmo. Os “cubanos” vão continuar a pagar, queiram ou não queiram!!!
Até quando?
Olha mais um a dar um empurrãozinho…
-> A superclasse (alta finança internacional – capital global, e suas corporações) não só pretende conduzir os países à IMPLOSÃO da sua Identidade (dividir/dissolver identidades para reinar)… como também… pretende conduzir os países à IMPLOSÃO económica/financeira.
-> Só não vê quem não quer: está na forja um caos organizado por alguns – a superclasse: uma nova ordem a seguir ao caos… a superclasse ambiciona um neo-feudalismo.
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-> Para além da SUBSTITUIÇÃO POPULACIONAL [nota: não-nativos já naturalizados estão com uma demografia imparável em relação aos nativos]… também tivemos um que dizia «Há vida para além do deficit» [nota: pois há – a perda de soberania nacional]… etc… e também temos mais um a dar um empurrãozinho – JORNAL DE NEGÓCIOS, 15 Setembro 2011, George Soros: «é preciso um Ministério das Finanças europeu, com poder para decretar impostos e para emitir dívida»
E há quanto tempo todos sabíamos ‘disto? (note-se que eu sou fã da ilha da Madeira, nada de confusões).
Mas para ‘o isto’ ajudou a santa aliança.
Só por isto santa…