Os munícipes de Cascais também souberam “pelos jornais” que AC renunciava às funções de presidente da câmara, em Janeiro deste ano, por motivos de saúde. http://www.tvi24.iol.pt/politica/cascais-camara-autarquia-capucho-antonio-capucho-tvi24/1228995-4072.html
(Motivos que naturalmente o inibem de exercer outros cargos públicos.)
Se souberam pelos jornais foi porque alguém da coligação PSD/CDS “bufou” para os jornais (o normal). O que estava previsto era ser anunciado na conferência de imprensa. Tanto assim que quando “transpirou” a Lusa não conseguiu confirmar.
Se uma pessoa está doente é natural que os outros que com ele trabalham se apercebam. Não seria de esperar era que AC fosse telefonar para cada munícipe a avisar, ao contrário do que PPC ou o líder parlamentar do PSD poderiam ter feito com ele. Há um mínimo, e as razões não são comparáveis.
(também não me parece que quem pôs o lugar à disposição fizesse tenções de continuar, mas isso já não é comigo)
Sérgio, Se alguém está doente para exercer funções autárquicas esse impedimento funciona, ipso facto, como óbice para exercer quaisquer outras funções políticas. Isto inclui, naturalmente, ser presidente da Assembleia da República ou conselheiro de Estado.
Lá isso é verdade, Sérgio. Tenho apreço pela obra que AC fez em Cascais – embora tu nesta matéria possas aferir muito melhor que eu. Só comento agora este assunto porque na altura escrevi sobre isto: lamentei que tivesse cessado as funções autárquicas por motivos de saúde mas fiquei perplexo quando poucos meses depois já o via publicamente referido, sem desmentido, na ‘pole position’ para a presidência da AR. Uma coisa não colava com a outra – e daí a minha crítica. Naturalmente, os motivos de saúde invocados numas circunstâncias devem prevalecer noutras circunstâncias, independentemente das funções políticas que estejam em causa.
Capucho está sempre a lamentar-se e a deitar achas para a fogueira…
e aquela saída da Câmara de Cascais
Os munícipes de Cascais também souberam “pelos jornais” que AC renunciava às funções de presidente da câmara, em Janeiro deste ano, por motivos de saúde. utarquia-capucho-antonio-capucho-tvi24/1 228995-4072.html
http://www.tvi24.iol.pt/politica/cascais-camara-a
(Motivos que naturalmente o inibem de exercer outros cargos públicos.)
Pedro,
Se souberam pelos jornais foi porque alguém da coligação PSD/CDS “bufou” para os jornais (o normal). O que estava previsto era ser anunciado na conferência de imprensa. Tanto assim que quando “transpirou” a Lusa não conseguiu confirmar.
Se uma pessoa está doente é natural que os outros que com ele trabalham se apercebam. Não seria de esperar era que AC fosse telefonar para cada munícipe a avisar, ao contrário do que PPC ou o líder parlamentar do PSD poderiam ter feito com ele. Há um mínimo, e as razões não são comparáveis.
(também não me parece que quem pôs o lugar à disposição fizesse tenções de continuar, mas isso já não é comigo)
Sérgio,
Se alguém está doente para exercer funções autárquicas esse impedimento funciona, ipso facto, como óbice para exercer quaisquer outras funções políticas. Isto inclui, naturalmente, ser presidente da Assembleia da República ou conselheiro de Estado.
De acordo, mas eu não sei se era esse o caso. A gente pode “suspeitar”, mas só ele poderá responder.
Lá isso é verdade, Sérgio. Tenho apreço pela obra que AC fez em Cascais – embora tu nesta matéria possas aferir muito melhor que eu. Só comento agora este assunto porque na altura escrevi sobre isto: lamentei que tivesse cessado as funções autárquicas por motivos de saúde mas fiquei perplexo quando poucos meses depois já o via publicamente referido, sem desmentido, na ‘pole position’ para a presidência da AR. Uma coisa não colava com a outra – e daí a minha crítica.
Naturalmente, os motivos de saúde invocados numas circunstâncias devem prevalecer noutras circunstâncias, independentemente das funções políticas que estejam em causa.