“Durante 30 dias o Governo tratou de dar más notícias. Faltam as boas. Ou seja, o ataque à despesa. Um ataque à despesa que não se resuma a medidas pontuais e ações de marketing.”
“Não foi, digamos, um processo bonito de se ver. Não estão em causa as pessoas, está em causa o método. E há agora alguns princípios. Há por ali um bocadinho de tudo: falta de coerência, influência partidária, jogos de poder.”
Luís Marques, Expresso, 30 de Julho de 2011

Sérgio,
Algo me impressiona.
Não era esta gente que apontou números “reais” de corte na despesa a propósito do PECIV? Agora, pergunta-se de onde vieram esses números?
Definitivamente, a operação de charme continua e Passos Coelho não é de se deitar fora…mas não é disso que estamos interessados.
Não vejo trabalho de casa feito.
Despesa fizeram ao nada estudar quando eram oposição.
E já agora, cresce a ideia que não foi por mérito desta gente …que foram para lá…antes por falta de credibilidade de Sócrates.Só.
Também me parece mas não só. Incompetência também houve alguma.
Se não for por ordens positivas da “troika” e pela falta de dinheiro, ninguém faz nada.