
“Ganhámos com o Covid-19“, vangloria-se o secretário de Estado da Modernização Administrativa. Quando a epidemia aportou à Europa tivemos uma ministra da Agricultura a perspectivar que isso seria bom para as nossas exportações – mostrando bem o quão “a leste do paraíso” estava o Conselho de Ministros desta questão. Depois tivemos muitas decisões e discursos erráticos. Em Janeiro, quando éramos o pior país do mundo em termos absolutos, também tivemos um oficial de comunicação [ex(?)-jornalista] de uma universidade pública a ter muito sucesso ao consagrar a ministra da Saúde como “Super-Marta”. Por esta… ter invectivado uma jornalista que a questionava sobre a tétrica situação que vivíamos. Em Maio apanhei o deputado Pinotes que, enquanto comentava futebol, clamava “está tudo a correr bem”. Nem duas semanas depois viu-se, no regresso a medidas de controlo. Ou seja, para estupor e vil demagogia estaríamos já vacinados.
Mas agora, no nojento afã demagógico de vésperas de eleições, vem-me este clamar isto. Em cima de tudo o que aconteceu, dos mortos e sofrimentos, das falências e desempregos, das mágoas e máculas, vem-me este tipo dizer “que ficámos bem na fotografia”. No meu tempo um tipo ouvia uma coisa destas e respondia-lhe como deve ser, aludindo à imoralidade materna e/ou pendor anal do locutor. Mas agora não se pode, dizem-nos “preconceituosos”, “fóbicos”. Fica assim, então, o pior, mais peludo e abjecto dos insultos: Eurico Brilhante Dias!

Eurico, Brilhante, tem Dias.
tem?
Não sei se foi Portugal, mas que houve e há muita gente a ganhar com esta pandemia, não tenho dúvidas.
As farmacêuticas passaram de prejuízos a lucros fabulosos.
As comissões pelos contratos das vacinas, das máscaras, do gel, dos acrílicos, e de toda a panóplia de protecção pandémica.
Solução do problema da peste grisalha, se não morreu com o vírus morre com a vacina.
Pensões que deixaram de ser pagas.
Milhares de cirurgias que deixaram de ser feitas.
Milhares de consultas adiadas para as calendas.
Função pública em casa a receber o ordenado por inteiro.
E agora aparece a C.E.O. da Moderna a dizer que o vírus está a perder força e vai passar a ser igual a uma gripezinha.
As voltas que o mundo dá, até os políticos já falam verdade.
Não é da Moderna é da Oxford/AstraZeneca.
A informação é tanta que até me baralho.
Extraordinário, o PIB baixou 8% em 2020 e este diz que Portugal ganhou imenso. O Ministro da Educação confessou ufano que o Estado gasta mais por aluno que o preço pedido pelo melhor estabelecimento privado do país, como se isso fosse um enorme feito do seu ministério. Aonde será que vão desencantar sujeitos destes ….
Essa é uma das questões fundamentais, de onde e como brotam estes tipos?
O raciocínio é correto, o “nós ganhámos com o Covid-19” deve ser lido “nós PS ganhámos com o Covid-19”. Há também famílias e negócios que além de não terem sido afetados tiveram ganhos com as medidas de combate à Covid-19.
é isso que o homem quer dizer: nós, PS, ganhámos ao Covid… E como tal, nós, PS/Portugal, ganhámos ao Covid. Isto é uma vergonha
Até o Covid é do PS
ainda vai a presidente da junta
Um secretário de Estado negacionista.
Nega os 17.933 mortos com Covid registados em Portugal. E bate palminhas ao vírus.
Deve estar na calha para ministro da Agricultura.
Como os fogos já passaram, as cheias não são lá muito convincentes (há sempre as da Madeira) o Cabrita não tem sido notícia, aquela do barco da GNR não deu jeito, há sempre um Dias a atirar sem fazer pontaria e acerta na paródia. Calhando já vem tarde para as autárquicas.
O ministro Carlos Borrego caiu por uma coisa tão menor. Isto é “o estado da arte” que nos coube
Este Dias não é ministro, é o vendedor internacional dos nossos sapatinhos, frutinhas, vinhinhos e acessórios.
Será parente do Rodolfo Dias?
Pobre Rodolfo, que não merece tamanha afronta
A marca Portugal.
Faltou o resiliente. Ainda vai a tempo de aprender.
pois, o termo deveria ter sido utilizado, que cai sempre bem
Uma besta – e , além de besta, idiota.
Desculpe o desabafo.
JSP